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A vice-presidente de vendas e de marketing da Nintendo nos Estados Unidos, Cammie Dunaway, afirmou durante o Nintendo Media Summit, realizado na quarta-feira (24), que a fabricante de videogames não apresentará o sucessor do Wii tão cedo e que as chances da empresa lançar um novo console são remotas no momento.

“Não acredito que isso ocorra tão cedo”, disse Dunaway sobre o Wii ao site especializado GameSpot. “Embora nossa base instalada, no momento, seja de 5 milhões de consoles a mais do que o PlayStation 2 no mesmo período do seu ciclo de vida, ainda há muito espaço para crescermos”.

A executiva acrescenta, dizendo que a Nintendo tem como tradição inovar e “trabalhar com a próxima plataforma logo após o lançamento da anterior”, o que significa que a Nintendo pode estar trabalhando com o sucessor do Wii. “Então, quando tivermos [a plataforma] pronta, aí será o momento certo de lançá-la”, concluiu Dunaway.

Ela disse também que a base instalada do Wii nos Estados Unidos é de 27 milhões, chegando a 67 milhões em todo o mundo. Cerca de 30 milhões de portáteis Nintendo DS foram vendidos em território norte-americano, número que chega a 125 milhões no planeta.


A Bioware revelou na quinta-feira (25) que lançará um pacote com conteúdo adicional para o game “Mass effect 2”. Chamado de Firewalker, ele será gratuito e estará disponível no final de março para os membros da Cerberus Network, uma rede virtual que existe dentro da história do título de RPG.

O pacote apresenta um tanque chamado Hammerhead, que possui um sistema de míssil teleguiado, e cinco missões adicionais. O veículo flutua pelo campo de batalha e pode atingir 120 Km/h. No início de fevereiro, a Bioware lançou outro pacote com conteúdo adicional para “Mass effect 2”, que trazia uma armadura, Cerberus Armos, e uma arma, M-22s Eviscerator. Este conteúdo também é gratuito para os membros da rede Cerberus Network.

“Mass effect 2” foi lançado no dia 26 de janeiro nos Estados Unidos e é um game de RPG para Xbox 360 e PC. O game conta uma aventura futurista, que acontece no ano de 2138, e coloca o jogador na pele do comandante da nave Normandy, Shepard. Ele deve viajar pela galáxia para fazer com que a raça humana obtenha a confiança de um conselho planetário. Todas as decisões que o jogador tiver durante a partida afetam o desenrolar da história, apresentando desfechos diferentes ao completar o game.


Os jogos de corrida no Nintendo DSi podem ficar mais realistas. Uma patente da Nintendo indica que, no futuro, o jogador poderá controlar o volante nesse tipo de game com os dedos sobre a tela touchscreen do portátil.

A novidade, descoberta nesta sexta-feira (26) pelo site GO Rumors, indica uma tela secundária combinada com um cabo preso ao dedo para controlar o volante.

De acordo com a Nintendo, o método permitiria ao jogador maior precisão do que a caneta stylus usada no videogame.


A produtora brasileira Tectoy Mobile anunciou na quinta-feira (25) que firmou uma parceria com a desenvolvedora japonesa Konami para a distribuição dos games para celular da empresa no Brasil. O primeiro deles será o título de futebol ‘Pro evolution soccer 2010’, que está disponível para os celulares da operadora Claro.

“Ter o melhor ‘mobile game’ de futebol comprova nosso esforço em oferecer um catálogo sempre atualizado, renovado e com as grandes licenças do mercado”, afirma João Marcos Oliveira, gerente-geral da Tectoy Mobile. De acordo com a produtora, a exclusividade com a Claro é de um mês. Após este período, o game de futebol estará disponível para todas as operadoras.

Outro título que será lançado para os celulares brasileiros é “Metal gear”. A Tectoy Mobile informou que o título de ação da Konami, que conta a história do soldado Solid Snake, chegará ao mercado brasileiro nas próximas semanas.

Pelo menos onze crianças com idades em torno dos 15 anos foram descobertas em 2009 trabalhando em três fábricas chinesas que fornecem suprimentos para a Apple, segundo denúncia publicada pelo jornal inglês Daily Telegraph.

A companhia não divulgou os nomes das fábricas ou onde estão localizadas. A empresa, segundo o jornal, também tem fábricas em Taiwan, Cingapura, Filipinas, Malásia, Tailândia, República Checa e Estados Unidos.

A Apple garantiu que não há mais trabalho infantil nas fábricas. "Em cada uma das instalações nós exigimos uma revisão de todos os registros de empregados assim como uma análise completa dos processos de contratação para esclarecer como pessoas menores conseguiram emprego", afirma um relatório da companhia americana a seus fornecedores, citado pelo jornal inglês.

A Apple repetidamente é criticada por aceitar negociar com fabricantes asiáticos que utilizam menores ou impõem condições desumanas a seus empregados. Na semana passada, que 62 trabalhadores de uma fábrica da Wintek na cidade de Suzhou, que fornece produtos para a empresa e para a Nokia, foram envenenados com cn-hexane, um composto químico que pode causar degeneração muscular. A Apple não comentou o caso enquanto a Wintek alegou que a maioria dos afetados já estava de volta ao trabalho, embora alguns permanecessem internados.

A energia que em um futuro próximo iluminará nossas casas será limpa, barata e, para a felicidade dos ferrenhos consumidores de luz, permitirá praticamente se desvincular das companhias de energia elétrica. Pelo menos é isso o que promete a Bloom Energy, uma empresa californiana que há oito anos trabalha de forma secreta em uma nova fonte de energia. Esta semana, ela apresentou seu produto a especialistas do setor e jornalistas.

O Bloom Box, como se chama o aparelho, é um inovador gerador que utiliza biocombustíveis ou gás para produzir eletricidade e, segundo seus criadores, permitirá a empresas e pessoas comuns gerar sua própria energia de forma limpa e econômica.

Ao contrário das células de hidrogênio, este sistema utiliza materiais mais baratos, é mais eficiente - permite produzir o dobro de eletricidade que outros sistemas com a mesma quantidade de combustível - é flexível e também reversível, pois o usuário pode armazenar o que não consome.

Por enquanto, os geradores têm o tamanho de um carro pequeno e custam em torno de US$ 800 mil. Embora a Bloom Energy insista que o investimento inicial pode ser recuperado em entre três e cinco anos, o preço não está ao alcance da maioria.

A empresa acredita que em dez anos poderá fabricar geradores do tamanho de um tijolo e a um preço em torno de US$ 3 mil, transformando cada consumidor em uma potencial central elétrica. "Nossa missão é pôr energia limpa e confiável ao alcance de todas as pessoas no mundo", disse K.R Sridhar, cofundador e executivo-chefe da Bloom+ Energy, durante a apresentação do Bloom Box.

Por enquanto, só grandes empresas têm acesso ao aparelho e algumas companhias como Coca-Cola e eBay testaram seu uso nos últimos meses. O primeiro cliente de pagamento da Bloom Energy foi outra companhia do Vale do Silício, Google, que tem instalado um gerador de 400 quilowatts em um de seus prédios e cobre com ele boa parte de seu consumo elétrico desde julho de 2008.

"Estamos muito emocionados com isso", disse Larry Page, cofundador do Google, durante a apresentação do Bloom Box. "Eu gostaria ver um centro de dados inteiro funcionando com esse sistema", afirmou.

A grande vantagem é que o gerador permitirá aos consumidores abrir mão da companhia elétrica ou usá-la só em casos de emergência, apesar de ser necessário dispor de uma provisão de gás ou biocombustível para fazê-lo funcionar. O usuário poderá inclusive vender a sua companhia elétrica local a energia que não consumir, pois o gerador permite armazenamento.

A Bloom Energy não é a única empresa trabalhando neste promissor setor, mas foi, talvez, a mais rápida. "Há provavelmente cerca de 100 companhias trabalhando em algo muito similar", disse Jack Brower, diretor associado do Centro Nacional de Pesquisa de Pilhas de Combustível ao diário Los Angeles Times. "A chave está em que a Bloom Energy tem um sistema integrado e um pacote preparado para sua distribuição comercial", afirmou.

Os especialistas opinam que, no entanto, ainda há muitas questões por resolver antes de a inovação chegar às mãos de todos os consumidores. Entre as dúvidas, por exemplo, está a vida útil do aparelho, que a Bloom Energy não esclareceu ainda. Pouca duração poderia significar o fracasso da invenção.

Outros analistas apontaram que a inovação poderia ter um indesejável efeito sobre o preço do gás natural ou dos biocombustíveis, disparando o valor pelo aumento na demanda.

Alguns especialistas temem também que o Bloom Box se transforme em um novo Segway, aquele patinete elétrico de alta tecnologia com o qual seus criadores esperavam revolucionar o mundo do transporte há cerca de dez anos e que hoje é simplesmente uma curiosidade para turistas em algumas cidades.

Um adolescente de Wisconsin, nos Estados Unidos, passará os próximos 50 anos na cadeia após ser condenado na última terça-feira por utilizar cebook para obrigar dezenas de colegas masculinos da escola a realizar atos sexuais, chantageando-os por meio de fotos e vídeos. Anthony R. Stancl, de 19 anos, recebeu 12 acusações, que teriam como pena máxima em torno de 300 anos de prisão.

Stancl foi acusado de se passar por uma garota na rede social Facebook, durante os anos de 2007 e 2008, e persuadir mais de 30 colegas a enviar fotos nuas de si mesmos, utilizando posteriormente as imagens para chantageá-los sexualmente.

A investigação começou após a denúncia de um garoto de 16 anos, que estava sendo chantageado para fazer sexo oral e anal com Stancl. O garoto, que na época tinha 15 anos, trocara fotos suas explícitas com "Kayla¿ pela internet, que depois ameaçou divulgá-las na escola a menos que ele aceitasse realizar atos sexuais com Stancl.

Stancl fotografava os encontros, o que possibilitava novas chantagens, contaram os investigadores do caso.

A vítima assumiu ter participado de ao menos 4 atos sexuais, mas quando "Kayla" pediu a ele uma foto de seu irmão nu, ele contou tudo aos pais e à polícia.

A polícia identificou 31 vítimas, todas tendo trocado fotos ou vídeos com alguém que pensavam ser uma mulher. Mais da metade delas afirmou que foi ameaçada de ter suas fotos divulgadas na internet a menos que concordassem em participar de atos sexuais com um amigo da "garota". Em seu computador foram encontradas mais de 300 fotos de estudantes menores de idade do New Berlin Eisenhower High School em Wisconsin, alguns inclusive com menos de 15 anos, conta o site TG Daily.

Ele não se defendeu das acusações de abuso sexual repetitivo da mesma crianç a nem de abuso sexual em terceiro grau. Em troca, a promotoria retirou acusações que incluíam abuso sexual em segundo grau, sedução de menores e posse de pornografia infantil. Stancl não disse nada no tribunal além de responder as questões do juiz com "sim" ou "não" e contar que toma remédios para depressão há alguns anos.

O acordo também desobrigou as vítimas de comparecerem para depor, um fator chave nas negociações, disse Brad Schimel, promotor do distrito de Waukesha, afirmando também nunca ter participado de um caso onde as vítimas estivessem tão apreensivas quanto ao depoimento, informou o site do jornal The Washington Times.

As investigações caminham junto com outro caso no qual Stancl foi acusado de escrever uma ameaça de bomba na parede do banheiro da escola, em novembro de 2008, seguida de e-mails anônimos para dois professores que diziam "Good luck tomorrow. BOOM" (em português "Boa sorte amanhã. BUM").

Stancl admitiu aos investigadores o envio do e-mail de uma biblioteca pública, sob falsa identidade. A acusação de ameaça de bomba estava entre as descartadas no acordo da sentença.

A EMC, maior fabricante mundial de equipamentos para armazenagem de dados, afirmou nesta sexta-feira que fechou um acordo de 87,5 milhões de dólares em uma investigação do governo norte-americano de suas práticas de preço nas vendas a órgãos federais, mas não admitiu ter praticado qualquer infração.
"A EMC e o departamento de Justiça concordaram, em princípio, com um acordo", disse o porta-voz da empresa, Dave Farmer.

O acordo evita o risco de a empresa ser suspensa ou proibida de vender produtos ao governo norte-americano, um dos maiores compradores de equipamentos tecnológicos do mundo.

A empresa disse também que irá republicar seus resultados do quarto trimestre de 2009 para refletir uma cobrança de 0,01 dólar relativo ao acordo, bem como uma já anunciada reorganização de suas operações internacionais.

A EMC reduziu seu lucro líquido por ação do quarto trimestre de 0,20 dólar para 0,19 dólar.

A investigação do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, divulgada há um ano, se refere a alegações sobre arranjos de preço com integradores de sistema e outras empresas parceiras da EMC na venda de produtos ao governo federal.

Investigadores examinaram se a empresa violou ou não os termos dos acordos sob os quais vendia seus produtos ao governo.

O YouTube apresentou recentemente o YouTube Disco, um hotsite que permite que os usuários criem playlists para ouvir diretamente das páginas do serviço de compartilhamento de vídeos.

Além disso, outras melhorias, como a possibilidade de enfileirar vídeos dos resultados de busca e a exibição dos vídeos de resposta diretamente na área de comentários, também foram implementados, de acordo com o site Read Write Web.

Mais do que apenas aprimorar o design do YouTube, o Google pretende manter os usuários conectados às páginas do serviço por mais tempo. Atualmente, centenas de milhões de usuários ficam em média 15 minutos no site por visita.

Todas as novidades implementadas são opcionais, e podem ser ativadas ou desativadas, de acordo com a vontade do usuário. Para conferir o YouTube Disco basta acessar o endereço youtube.com/disco

Cerca de 71,3% dos espanhóis são membros de alguma rede social na internet, um aumento de 20,5% em relação ao ano passado no uso de sites que conquistaram os internautas na Espanha, segundo estudo divulgado nesta sexta-feira.

O Facebook é a rede social mais popular da Espanha, com 61,7% dos internautas, seguido do site Tuenti com 20,8%, de acordo com a 12ª pesquisa da Associação para a Investigação de Meios de Comunicação (AIMC) com usuários de Internet.

Quase metade dos entrevistados (43,5%) usa redes sociais diariamente, enquanto 50% usam pelo menos uma vez por semana. As relações de amizade são apontadas por quase 80% dos usuários como principal motivo para uso de redes sociais, seguido por hobbies, com 27%.

A outra principal forma de se entrar em contato com outros online são os programas de mensagens instantâneas. O líder disparado desses aplicativos é o Windows Live Messenger/MSN Messenger, com 53,3%, embora tenha caído quase 8 pontos em relação ao ano anterior. Em segundo lugar está o Skype, com 7,8% do mercado, tendo ganho 2,5 pontos desde 2008.

Outro programa da Microsoft que vê seu domínio ameaçado é o navegador Internet Explorer, cujo uso caiu pelo segundo ano consecutivo, para 51,4% do total. O navegador sofreu uma queda de 20 pontos percentuais em dois anos, enquanto o Firefox, da Mozila, ganha força, com uma fatia de mercado de 37,6% na Espanha. Já o novo navegador do Google, Chrome, conta com 7% de participação de mercado.

A empresa de segurança Secunia reportou ao Google que uma falha no software de edição e gerenciamento de imagens Picasa poderia colocar em risco computadores que utilizam sistema operacional Windows.

De acordo com o site The HSecurity imagens especialmente preparadas podem ser utilizadas para sobrecarregar a memória Heap ao utilizar uma falha do PicasaPhotoViewer.exe. Feito isso, o computador fica vulnerável, permitindo que um hacker execute códigos maliciosos sob permissões comuns a um usuário do computador alvo. Porém, ao que tudo indica, ninguém chegou a testar isso na prática.

Segundo a Secunia a vulnerabilidade foi descoberta na versão PicasaPh otoViewer 3.6.95.25, mas as edições anteriores também podem conter a mesma falha.

Ainda de acordo com o The HSecurity, a Google já corrigiu o bug no pacote Picasa 3.6 Build 105,41, porém as notas de lançamento da última versão do software não fazem nenhum comentário sobre essa correção. A nova versão do software pode ser baixada a partir de seu site oficial, picasa.google.com.

Autoridades de proteção de dados da União Europeia pressionam a gigante norte-americano Google para que o site reduza o período de armazenamento de imagens de seu controverso serviço Street View devido a preocupações com privacidade.

Lançado em São Francisco, em 2007, o Street View dá ao usuário a possibilidade de navegar com uma visão de 360 graus de ruas, prédios, trânsito e pessoas, usando fotos tiradas da cidade pelos veículos-câmera do Google.

O Goole é criticado pelo serviço, que hoje está disponível em muitos países, por publicar imagens delicadas sem proteger a privacidade de indivíduos com borrões e por permitir que suas câmeras tirem fotos de propriedades privadas por cima de grades, cercas e muros.

O Google, que atualmente guarda as fotos por um ano, deve reduzir esse tempo pela metade, exigem autoridades de privacidade em carta enviada ao conselheiro global da empresa, Peter Fleischer.

A fabricante de softwares de segurança norte-americana McAfee planeja adquirir de três a quatro companhias todo ano para ajudar no crescimento da empresa, afirmou seu presidente-executivo, David DeWalt.


"Estamos constantemente comprando companhias nos últimos anos. Continuaremos fazendo isso. Vemos aquisições de pequeno e médio porte como o cenário perfeito para nós", disse DeWalt em entrevista à Reuters Television nesta sexta-feira, em Tóquio.

"Não são compras arriscadas. São aquisições no mundo todo visando tecnologia", afirmou.

DeWalt lidera a McAfee, concorrente da Symantec, durante um período que viu um crescimento de dois dígitos nos útlimos anos, e é visto como um negociador inteligente.

A maior aquisição da McAfee até agora foi a compra da empresa de segurança na Web Secure Computing por US$ 465 milhões, em 2008.

De Walt reiterou que não tem intenção de colocar sua própria empresa à venda.

Analistas afirmam que a McAfee seria um excelente alvo de gigantes do setor de tecnologia como Hewlett-Packard e IBM, que têm buscado entrar no mercado de softwares também para vender programas, serviços e hardware para seus clientes corporativos em um só pacote.

"Não estamos à venda. Não há nada substancial para anunciar", disse DeWalt.

A fabricante holandesa de chips NXP antecipa vendas estáveis ou ligeiramente mais altas para o primeiro trimestre, depois do avanço registrado nos últimos meses.
A empresa, criada por cisão da Philips Electronics, em 2006, com uma aquisição alavancada, registrou alta de nove por cento em suas vendas do terceiro para o quarto trimestre, para 1,2 bilhão de dólares.

O presidente-executivo da NXP, Rick Clemmer, disse à Reuters acreditar que a tendência de alta da receita se manterá.

"No mercado de semicondutores, os fundamentos para um ano positivo existem, mas não temos clareza completa quanto ao segundo semestre e é difícil determinar se as coisas continuarão a melhorar gradualmente em base sequencial ou se haverá uma desaceleração", disse.

A NXP antecipa que as vendas do primeiro trimestre fiquem estáveis ou subam ligeiramente. "Mas isso está mais limitado por restrições de capacidade do que por qualquer outro fator no período", disse Clemmer.

"Vemos claramente uma forte demanda da parte de nossos clientes, e vemos o setor de semicondutores como um todo enfrentando problemas para expandir a produção o bastante para atender a seus compromissos para com os clientes", disse.

Clemmer disse que a NXP prevê expansão de vendas entre 15 e 19 cento em 2010, mesmo que o crescimento do setor se atenue em relação ao nível atingido no quarto trimestre de 2009.

"Mesmo que o setor de semicondutores não venha a crescer mais do que no quarto trimestre, o ano ainda deve ser relativamente bom em termos de crescimento anualizado", disse.

A NXP foi adquirida em 2006 por um consórcio de capital fechado liderado pela KKR, mas a Philips ainda detém 20 por cento das ações do grupo.

A aquisição de 2006 foi bancada primordialmente por uma emissão de títulos em múltiplas moedas de valor em torno de 5,7 bilhões de dólares, ou 4,5 bilhões de euros, e por uma linha rotativa de crédito de 500 milhões de euros.

Jogo Final Fantasy chega ao iPhone

Postado por VandersonTigre | 15:36 | | 0 comentários »

Os jogos Final Fantasy I e Final Fantasy II, que pertecem a uma das séries de games mais bem sucedidas de todos os tempos, estão agora disponíveis para compra na loja de aplicativos da Apple, para o iPhone e o iPod touch, pela empresa Square Enix.

O lançamento dos jogos já estava previsto, mas o preço só foi divulgado agora. Cada um custará US$ 8,99 (aproximadamente R$ 16) e vem com gráficos mais elaborados que as versões originais, similares aos encontrados nas versões Sony PSP. Os títulos surgiram pela Nintendo Entertainment System no final da década de 80.

O site Mashable conta que a loja iTunes recebeu a versão japonesa do Final Fantasy II, e não a americana. O Final Fantasy IV japonês acabou sendo lançado nos EUA como Final Fantasy II, mas essa versão para iPhone é o Final Fantasy II verdadeiro.

A série de jogos Final Fantasy é uma das maiores franquias de RPG japonesas, e traz diversas batalhas de estratégia, junto a diálogos e exploração dos territórios. É um jogo que, mais do que habilidade, exige tempo e paciência para terminá-lo.

O site de notícias da CNET afirma que a novidade pode ainda tornas os aparelhos da Apple mais interessante para os jogadores, que estão descobrindo boas alternativas para os consoles.


A MSI vai mostrar na próxima semana seu primeiro desktop tudo-em-um com tela sensível ao toque capaz de mostrar imagens em 3D. As novas máquinas farão parte da série Wind da fabricante taiwanesa e serão demonstradas durante a CeBIT 2010, que começa no dia 2.
O computador 3D, diz a MSI, terá uma tela LED (120 Hz) Full HD com óculos 3D do tipo "shutter" (que têm uma cortina que abre-e-fecha para controlar as imagens mostradas para cada olho). As configurações incluem processador Intel Core (i3/i5/i7) e monitores de 22 ou 24 polegadas, presentes em outros modelos tudo-em-um sem 3D integrado, e a máquina 3D deve vir com um drive Blu-ray para mostrar filmes em alta definição.
De acordo com um catálogo oficial da MSI para a Cebit, o modelo virá também com um software de visualização de fotos 3D, chamado MSI EasyViewer, que aproveita a tela sensível ao toque para manipular e dar zoom nas imagens.
A fabricante não indicou preço ou previsão de lançamento do PC 3D. A CeBIT ocorre de 2 a 6 de março em Hannover, na Alemanha, e é a principal feira de tecnologia e eletrônicos da Europa.

Durante muito tempo, o envio de e-mails para adeptos do Facebook era uma tarefa árdua. Para manter as informações de seus usuários longe dos possíveis spammers e ladrões de dados, a rede social convertia o identificador do email (usuário@dominio.com) para uma imagem estática. Isso significa que, para enviar e-mails, a pessoa tinha que digitar o endereço todo, não sendo possível apenas copiar e colar.

No início do mês, o Facebook voltou atrás e mudou o sistema para texto simples.

Aproveitando-se disso, uma nova extensão do Firefox facilita ainda mais a vida dos usuários. A Facebook E-mail Links transforma os endereços de e-mail de texto simples para links mailto: URL. Isso significa basta clicar no endereço do correio eletrônico para o Firefox abrir a ferramenta que o usuário utiliza para emails, seja webmail ou outlook.

Por sua simplicidade, é o tipo de extensão que, depois de instalada, integra-se ao fluxo de trabalho do usuário e torna-se "invisível". Para configurar o Firefox para abrir uma ferramenta de e-mail que não seja o Outlook Express ou Windows Mail (normalmente o padrão em máqunas Windows), basta consultar o passo a passo disponbilizado pela CNET pelo atalho tinyurl.com/ffoxmail (em inglês). O manual é de 2008, mas ainda funciona.

O addon está disponível no portal de complementos do Firefox em tinyurl.com/facemail.

O Skype anunciou recentemente que irá oferecer a possibilidade de fazer chamadas em vídeo com high definition, preparando-se para quando webcams HD chegarem ao mercado.

De acordo com o site CNET, as alterações que serão implementadas na versão 4.2 do Skype para Windows irão preparar a empresa para oferecer VOIP com alta definição de vídeo para seus usuários.

Além disso, a partir da nova versão do aplicativo também será possível conectar-se aos muitos pontos de Wi-Fi pay-per-use com os créditos da conta Skype ¿ o que vai facilitar a vida de muitos usuários, que não precisarão oferecer os dados de cartões de crédito, informa o site iTWire.

Mais informações podem ser obtidas no blog oficial do serviço pelo atalho bit.ly/buxCda.

A Microsoft liberou nesta semana um pacote de atualizações para algumas correções no Windows 7. De acordo com o site Ars Technica, as atualizações não têm relação com falhas de segurança, mas sim com algumas melhorias no sistema operacional.

Uma das correções tem foco no mal funcionamento de um jogo, aplicativo ou firmware que é instalado incorretamente e causa instabilidade no sistema; as outras são relativas a melhora da experiência no Windows Media Center e correção da codificação e decodificação de JavaScript Object Notation (JSON) no Internet Explorer 8, confor me informações do site TechRadar.

Além disso, a Microsoft também anunciou a instalação opcional de um software antipirataria para o Windows 7. Curiosamente, dessa vez o software de detecção de cópia ilegal do sistema operacional não será instalado de forma compulsória, mesmo que as atualizações automáticas estejam ativadas.


Um levantamento feito nos Estados Unidos comparou o uso de iPhone, iPod touch, Android e webOS para verificar o consumo de aplicativos e o comportamento do usuário. Donos de iPod touch, mais jovens, baixam mais aplicativos por mês que donos de iPhone ou Android, que praticamente empatam no número de download de programas por mês.

O estudo, chamado Mobile Metrics, foi feito com 963 pessoas pela AdMob, que gerencia redes de anúncios nessas plataformas (BlackBerry não entrou na pesquisa). Proprietários de iPhone e Android baixam, respectivamente, 7 e 7,6 aplicativos gratuitos por mês (e 1,8/1,1 pagos). Metade dos donos de iPhone compra ao menos um aplicativo pago, contra 21% dos Androids. Na média de downloads, o iPod touch lidera: 10,5% gratuitos e 1,6% pagos, e o webOS, usado pela Palm, fica em 5,1% para programas de graça e 0,6% para os pagos.

A pesquisa também mediu o uso dos sistemas operacionais por gênero e idade. O Android é usado por 73% dos homens, contra 58% do webOS, 57% do iPhone e 54% do iPod touch. A divisão entre idades é parecida entre iPhone, webOS e Android, e totalmente distinta no iPod touch, com 65% dos usuários com 17 anos ou menos e 13% entre 18 e 24 anos.

Como a rede da AdMob mede também acessos via smartphone, o estudo mostra ainda que 40,4% do tráfego em sua rede de anúncios em todo o mundo vem de aparelhos da Apple, seguido por Nokia (16,2%) e Samsung (9,9%). O aparelho mais usado é o iPhone (24,2%), seguido por iPod touch (16,2%), Motorola Droid (3,5%) e HTC Dream (1,7%).

A nova geração de TVs da Samsung também terá acesso a ligações e videoconferência via Skype. Em janeiro, durante a CES, a Panasonic e a LG já haviam anunciado modelos compatíveis com o serviço de telefonia via internet.

De acordo com a Samsung, os primeiros modelos compatíveis já estão à venda na Coréia do Sul e serão lançados no resto do mundo ainda no primeiro semestre.São os modelos LED 7000 e 8000, com acesso à internet. A fabricante coreana também vai lançar uma webcam compatível, chamada Freetalk TV.

O Skype na TV funciona do mesmo modo que no computador, permitindo ligações gratuitas entre usuários, chamadas para números fixos ou celulares com tarifas especiais, receber ligações (caso um número Skype esteja configurado), participar de chamadas em conferência e, caso tenha uma webcam HD, participar de videochamadas. O recurso funciona também em TVs conectadas da Panasonic (linha 2010 com Viera Cast) e LG (NetCast Entertainment Access), com lançamento previsto para este ano.

A Nintendo, famosa pelos consoles de games, agora também faz parte do mercado de leitores eletrônicos. A empresa anunciou o lançamento de um pacote com "100 livros clássicos" em formato eBook.

Segundo o site CNET, o pacote de ebooks contém obras de domínio público, como títulos de Júlio Verne, Jane Austen e Bram Stoker. A intenção da empresa é gerar conteúdo para o Nintendo DSi XL.

O gadget que possui duas telas de 4.2" ¿ 93% maior que o modelo anterior -, de forma a torná-lo um potencial leitor de ebooks, explica o site The Inquirer.

O pacote com os 100 ebooks clássicos será lançado nos Estados Unidos em 14 de junho, por cerca de US$ 20.


A Philips anunciou esta semana em Barcelona um novo tocador de música e vídeo que promete melhorar a qualidade do áudio. O GoGear Muse MP4 Player traz uma tela sensível ao toque e o recurso FullSound, para "imersão" no som.

Segundo a fabricante, o aparelho usa um processador de sinais digitais para analisar a música e ampliar seu espectro de frequências e definição ¿ algo que ocorre cerca de 10 milhões de vezes por segundo. Por isso, o recurso FullSound consegue melhorar a qualidade do som em arquivos MP3, que usam compressão de dados para diminuir seu tamanho (e, por consequência, alguns detalhes).

O FullSound também melhora os graves nas canções, e consegue reproduzir arquivos em formato FLAC.

A tela do GoGear Muse tem 3,2 polegadas e o player conta ainda com rádio FM/RDS, gerenciamento de músicas no PC com o software Songbird e reproduz vídeos em HD (720p) se conectado a um televisor pela porta HDMI.

O aparelho tem versões com 8, 16 ou 32 GB de armazenamento, além de entrada para cartões de memória padrão microSD. O preço do Muse não foi divulgado, nem sua data oficial de lançamento.

A Microsoft vai tentar desligar uma rede de computadores que seria responsável pelo envio de mais de 1,5 bilhão de mensagens diárias de lixo eletrônico. A empresa foi autorizada por um tribunal americano a fechar 277 domínios da internet que, segundo a Microsoft, seriam os controladores de uma rede botnet - uma série de computadores infectados por vírus e controlados por hackers.

O fechamento dos domínios da botnet Waledac deve, segundo a empresa americana, liberar 90 mil computadores particulares que estariam enviando o chamado spam sem o conhecimento dos proprietários.

Um estudo recente da Microsoft descobriu que entre 3 e 21 de dezembro, "aproximadamente 651 milhões de e-mails de spam provenientes da Waledac foram enviados a contas de Hotmail". A Waledac seria uma das dez maiores botnets dos Estados Unidos.

Geralmente, as máquinas usadas neste tipo de rede pirata são infectadas por vírus ou chamados "vermes" sem que os seus proprietários saibam. A Microsoft afirma que, embora na prática já tenha fechado a rede, milhares de computadores ainda podem estar infectados e sugere que internautas usem programas antivírus.

A decisão judicial foi parte de uma operação batizada de "b49", que, de acordo com a Microsoft, durou meses e envolveu a agência de inteligência Shadowserver, a Universidade de Washington e a empresa de segurança cibernética Symantec.

A ordem do juiz de um tribunal em Alexandria, no estado americano de Virgínia, obriga a empresa Verisign, que administra o domínio .com a fechar os domínios envolvidos temporariamente.

A Microsoft classificou a decisão de "marco legal". "Essa ação cortou rápida e eficientemente o tráfego para a Waledac no nível do domínio registrado .com, comprometendo a conexão entre os centros de comando e controle da botnet e seus milhares de computadores zumbis em todo o mundo."


Em um corredor vazio, iluminado por luz fluorescente, no segundo piso do Smith Hall, um dos edifícios da Universidade Carnegie Mellon, em Pittsburgh, o professor Paul Rybski e uma dupla de alunos de pós-graduação demonstraram a mais avançada de suas criações. Resultado de dois anos de pesquisa e do conhecimento coletivo de 17 membros do corpo docente, alunos de graduação e de doutorado do Grupo de Interação Robô-Humano, o trabalho tem a forma de um robô equipado com um sistema de navegação por laser que custa US$ 20 mil, sensores de som e uma câmera estereoscópica Point Grey Bumblebee 2, que faz a função de olhos, os quais parecem encarar os espectadores de um rosto de plástico cor de argila, sem sexo definido.

Com Rybski contemplando como um pai orgulhoso, um estudante barbado de pós-graduação digitou alguma coisa em um laptop instalado sobre um carrinho de serviço, e o robô começou a rodar a fim de cumprir sua missão primária: a entrega de uma barra de cereais Nature Valley embrulhada em plástico transparente.

"Olá, sou o Snackbot", declarou o aparelho, em voz não muito diferente da usada pelo computador HAL 9000, no filme 2001: Uma Odisseia no Espaço, enquanto sua "boca" retangular formada por LEDs pulsava ao formar palavras. "Vim entregar comida a Ian. Ian está por aqui?" Respondi afirmativamente. "Oh, olá, Ian", disse o robô. "Eis o seu pedido. Creio que seja uma barra de granola, certo?" Confirmei o pedido. "Está bem, pode apanhar o seu pedido. Tenho certeza de que é gostoso, mas eu mesmo preferiria um prato de eletricidade".

Projetado para recolher informações sobre como os robôs interagem com pessoas (e para descobrir como melhorar o relacionamento entre os dois grupos), o Snackbot foi cuidadosamente considerado em termos de máxima aproximação, em todos os detalhes, do seu tamanho à sua cor. E o fato de que ele distribui comida, para surpresa de ninguém, ocupa posição central nessa facilidade de aproximação.

"Percebemos que não existia maneira melhor de as pessoas interagirem com um robô do que uma máquina que lhes traz comida", disse Rybski.

O Snackbot é apenas um dos soldados em um verdadeiro exército de novos robôs projetados para servir e cozinhar alimentos, e no processo funcionar como embaixadores de boa vontade, e divulgadores, de um futuro mais automatizado.

Em 2006, depois de quatro anos de pesquisa e de investimentos de mais de US$ 250 mil, a Fanxing Science and Technology, uma empresa de Shenzhen, China, revelou aquilo que designou como "o primeiro robô culinário do mundo" -o AIC-AI Cooking Robot-, capaz de, ao apertar de um botão, fritar, assar, ferver e cozinhar milhares de pratos chineses, de pelo menos três regiões culinárias distintas no país.

O AIC-AI precisa de um forno especial para cozinhar, mas muitos dos magos culinários mecanizados desenvolvidos depois dele podem trabalhar em qualquer espécie de fogão, desde que o robô aprenda com antecedência como um dado fogão funciona, ou que as características do fogão estejam programadas no software do aparelho.

Em 2008, cientistas do Laboratório de Algoritmos e Sistemas de Aprendizagem, em Lausanne, Suíça, desenvolveram um desses cozinheiros robotizados capazes de aprender, o Chief Cook Robot, capaz de fazer omeletes (presunto e queijo foi sua primeira tentativa de recheio). No mesmo ano, o Museu das Indústrias Criativas de Osaka, no Japão, viu a demonstração de um robô programável capaz de fazer takoyaki (bolinhas de polvo) começando do zero, e usando uma bandana de chefe de cozinha posicionada elegantemente sobre seu módulo superior.

Em junho de 2009, a Exposição Internacional de Maquinaria e Tecnologia Alimentícia de Tóquio viu a apresentação do Motoman DAS-10, um robô de ombros largos e dotados de braços em forma de espátulas; o aparelho fez okonomiyaki (panquecas apimentadas) para os presentes; outro robô montava sushi com uma mão de aparência assustadoramente realista; e ainda outro, o Dynamizer, fatiava pepinos em velocidade absurdamente rápida, e se queixava ocasionalmente de que estava cansado e queria ir para casa.

Depois, um mês mais tarde, em Nagoya, Japão, foi inaugurado o restante Famen, com dois gigantes robôs amarelos capazes de preparar até 800 porções de ramen ao dia. Nos horários de movimento mais lento, os executam uma rotina cômica roteirizada, e duelam com facas.

"O conceito desses restaurante é que o robô número um é o gerente, e cuida de ferver o macarrão, e o robô número dois é seu assistente, o prepara para sopa e acrescenta os demais ingredientes", disse Kenji Nagaya, o proprietário do Famen. "Os funcionários humanos na verdade trabalham sob o comando dos dois robôs".

Em meio a uma desaceleração econômica e a uma disparada nos níveis de desemprego, a ideia mesma de um robô chefe de cozinha pareceria, na melhor das hipóteses, insensível, e na pior um completo insulto. Mas não é muito provável que esses robôs estejam operando as grelhas e fogões de restaurantes comerciais, em curto prazo. Ao preço de US$ 100 mil o par, disse Nagaya, o custo dos robôs "é alto demais para fazer ramen".

Em pelo menos um caso, na Europa, um robô de fato se instalou diante do fogão. Entre 1999 e 2002, um robô metálico de olhos escarlate chamado Cynthia serviu drinques no Cynthia's Bridge Bar & Lounge in London. Mas, de acordo com o engenheiro de robótica Magnus Wurzer, "manter o robô era caro demais depois que a empresa que o fabricou vendeu o bar".

Um resenhista, em artigo para o site virtual-london.com, que oferece informações turísticas sobre a cidade, conta que os problemas de Cynthia eram mais sérios: "Ela trabalha rápido, e serve os drinques com perfeição; ela os mistura, conta piadas horríveis e ri sozinha, enquanto os clientes, apavorados, ficam felizes por ela não poder sair de trás do balcão".

Por mais difícil que seja reproduzi-lo, comportamento próximo ao humano era também o objetivo dos criadores do Snackbot. "Como conseguir que um robô de serviço interaja com os seres humanos?", diz Rybski. "Eis um problema sério. É diferente trabalhar com seres humanos e com canos em uma linha de montagem".

Para estudar o problema, uma das alunas de pós-graduação de Rybski, uma discreta e esbelta mulher sul-coreana chamada Min Kyung Lee, passou dois dias observando um vendedor de cachorro quente no campus da universidade, para ver como ele interagia com os consumidores. Ela empregou aquilo que aprendeu a fim de programar o diálogo do robô.

Além do evidente desafio de instilar personalidade a uma máquina, existe outro, um axioma há muito aceito pelo mundo da robótica: aquilo que costuma parecer natural a um ser humano pode ser impossível de ensinar a uma máquina.

Wurzer diz que um cientista da Roboexotica construiu um robô cuja única função seria preparar mojitos - "com todos os gestos de um bartender ao fazê-lo". No entanto, a tarefa mais desafiadora para todos os robôs, disse ele, era provavelmente a única coisa que nenhum bartender humano jamais encontrou dificuldade para realizar: lidar com o gelo.

O Chief Robot Cook ainda depende de assistência humana para quebrar ovos - as cascas são delicadas demais para suas mãos metálicos. O robô que faz okonomiyaki ainda precisa que os legumes lhe sejam entregues pré-preparados - exatamente a tarefa, se poderia argumentar, que deveria caber a um robô.

E embora seja claro que robôs poderiam ser desenvolvidos e treinados para tarefas como essa, algumas artes culinárias são tão delicadas e antigas - tão veneradas e respeitadas - que nem mesmo os criadores dessas máquinas gostariam de confiá-las a mãos mecânicas.

"Você gostaria de sushi feito por uma mão robotizada?", disse Toshimi Shimizu, que programou a mão que apanhava sushi. "Quem realmente desejaria isso? Para fazer um bom sushi, um robô jamais poderia derrotar um sushiman humano. Um robô jamais poderá ir além da capacitação humana ou da inteligência humana".

Mas o verdadeiro obstáculo a um mundo repleto de assistentes de cozinha mecanizado e chefes robotizados dados a acessos simulados de raiva pode ser algo mais difícil de simular: nenhum desses robôs distingue sabores.

Keizo Shimamoto, que mantém um blog sobre o macarrão ramen, e já comeu no Famen, o restaurante robotizado japonês, contou que o estabelecimento estava "meio morto" quando ele o visitou no ano passado. Ainda que o proprietário tenha dito que seres humanos testam o sabor da sopa, "foi um pouco decepcionante", disse Shimamoto. "Uma coisa é conseguir que as pessoas vão lá para ver os robôs. Mas para conseguir que elas retornem repetidamente", disse ele, "é necessária uma sopa melhor".

Cientistas japoneses desenvolveram um programa de computador capaz de analisar o choro dos bebês. Por enquanto, o software consegue diferenciar o choro decorrente de alguma dor dos demais tipos. Os pesquisadores acreditam que, em breve, o tradutor do choro dos bebês poderá dizer aos pais se seus filhos então com sono, fome, precisando trocar de fralda ou com dor.

Nos resultados divulgados na mais recente edição do International Journal of Biometrics, os japoneses afirmam que conseguiram um índice de 100% de acerto em seus testes para diferenciar quando o bebê chora porque está com dor de quando chora por outras razões.

Para conseguir isso, o sistema desenvolvido analisa a frequência e a potência do choro para classificá-lo. Apesar de estarem usando uma grande estrutura de computadores para realizar a análise, os cientistas acreditam que a técnica poderá ser implantada em monitores portáteis ou até mesmo aparelhos de celular.

A empresa de tecnologia espanhola Biloop já havia lançado em novembro do ano passado um Cry Translator (Tradutor de choro, em inglês). Segundo a empresa, os testes teriam comprovado que o programa acerta 96% das vezes, mas nem todos os consumidores concordaram.

Tomomasa Nagashima, professor do Instituto de Tecnologia Muroran, em Hokkaido, no Japão, e um dos líderes do projeto, diz que a tentativa de ajudar os pais a interpretar o choros dos bebês realmente não é nova, mas que os monitores do futuro poderão traduzir o choro dos bebês para que os pais saibam o que significa com absoluta certeza".

A gigante de software Microsoft conseguiu a aprovação de um tribunal norte-americano para desativar uma rede global de computadores acusada pela companhia pelo envio de spam e malware, segundo informou o jornal Wall Street Journal.
Um juiz federal da cidade de Alexandria, no Estado da Virginia, atendeu ao pedido da Microsoft para desativar 277 domínios de Internet, que, segundo a fabricante de softwares, eram ligados a um "botnet", de acordo com o diário.

Um "botnet" é uma rede de computadores infectados controlados por hackers a partir de uma única máquina.

A empresa espera, discretamente, romper os canais de comunicação com o "botnet" antes que seus operadores consigam restabelecer ligações com a rede, informou o jornal.

Alguns criminosos têm utilizado bloqueadores de sinais de GPS e de radiofrequência importados da China para furtar ou roubar veículos de luxo, que poderiam ser rastreados por seus proprietários.

De acordo com o site do jornal inglês The Guardian, os bloqueadores são colocados na mesma frequência do sinal de rastreamento, de forma a confundir os dispositivos rastreadores, que não conseguem distinguir a exata localização do automóvel.

Os dispositivos bloqueadores de sinal também têm sido utilizados por funcionários, quando os veículos são rastreados pelas empresas, para poderem realizar trajetos não autorizados. O us o inadvertido, no entanto, pode causar sérios problemas na área de alcance do bloqueador.

Em entrevista ao site do Financial Times, Alan Frant, um especialista em rádio navegação, explicou que, em um experimento na costa da Inglaterra instrumentos rastreadores de navios à vela, os barcos são mostrados navegando em terra firme a uma velocidade de milhares de nós.

O receio de atividades terroristas com o uso desse tipo de bloqueador fez com que desde 2002 fosse desenvolvido, com apoio do governo do Reino Unido, um detector de bloqueadores de sinal de GPS.

"Se perdermos o sinal de GPS em aviões ou outros dispositivos que necessitam de precisão, como redes de emergência ou estações de energia, estes perdem a habilidade de aplacar estes tipos de ataques terroristas, que podem ser sérias consequências", alerta Charles Curry, diretor de gerenciamento da Chronos Technology, que desenvolveu um protótipo do dispositivo para uso em aeroportos, portos e outros locais que dependem da precisão de nanossegundos dos GPSs.

A partir desta quinta-feira, informações das páginas de fãs (ou seja, pessoas que seguem os perfis de celebridades) no Facebook começaram a aparecer nos resultados de busca da Google, de acordo com um tweet da conta oficial da empresa.

Entretanto, de acordo com o site The Washington Post, a empresa perde grande parte do potencial de busca do Facebook ao indexar apenas as páginas de fãs ¿ que somam cerca de 3 milhões ¿ e não utilizar as mensagens pessoals trocadas entre os mais de 400 milhões de usuários comuns da rede social.

Apesar de alguns especialistas alegarem que assim a Google perde campo para o Bing, da Microsoft - que terá acesso às mensagens dos usuários -, o site Read Write Web acredita que a medida não é tão ruim assim.

Afinal, as páginas de fãs são utilizadas por figuras públicas, celebridades e organizações, o que talvez seja relevante. Já as mensagens trocadas pelos usuários, "gente como a gente", podem ser o tipo de detalhe que não queremos ou não precisamos saber.

De qualquer maneira, além do Facebook, a Google terá acesso a informações de outras redes sociais, como MySpace, FriendFeed e Twitter, informa o site PC Mag

Donos de celulares que rodam o sistema operacional Windows Phone Classic ou qualquer versão do Windows Mobile OS não mais podem baixar o Skype.

A companhia anunciou ter removido de seu site os programas SkypeSkypeSkype para Windows e Skype Lite para celulares comuns. O anúncio foi feito na manhã desta quinta-feira no blog do Skype, anunciando mudanças em seus aplicativos para celulares.

"Como parte da nossa contínua revisão de nossa oferta de móveis, decidimos fazer algumas mudanças. Skype Lite e Skype for Windows Phones não estamos mais disponíveis para downloads", informa o post.

Usuários que já baixaram os aplicativos poderão continuar a usá-los normalmente, informou também o Skype.

De acordo com o site Mashble, o Skype alega as dificuldades dar suporte em múltiplos aparelhos como a principal razão para a mudança.

O site especula que uma das mudanças poderá ser o Skype simplesmente deixar de dar suporte para os celulares que usam Windows.

Seis mil e quinhentos autores de diversos países, vivos ou mortos (estes representados por seus agentes) decidiram não incluir suas obras no acervo do Google Books de acordo com documentos legais divulgados ontem. Os escritores tinham até 28 de janeiro para informar sua escolha antes de ser liberada judicialmente a digitalização de milhões de livros para a empresa, porém o tribunal recebeu mais de 500 pedidos para que as obras não fossem digitalizadas, o que forçou o adiamento de tal liberação.

Documentos indicam que o total de "opt-outs" recebido pelos tribunais, na verdade, foi maior do que 6.500 pedidos, expedidos por autores, editoras e agentes literários.

Entre os grandes nomes que negaram a participação está Philip Pullman, da trilogia "Fronteiras do Universo" ¿ que inclui o livro A Bússola de Ouro, autores de livros vencedores de prêmios campeões nas vendas, informa o site Tech Radar.

O site do jornal inglês The Guardian conta que a novelista Marika Cobbold afirmou que liberar suas obras seria como entregar seus bebês a uma babá desconhecida. A autora diz amar a empresa e achar incrível o princípio de tornar as informações acessíveis, mas que tem medo do que pode ser feito com todas as informações daqui a cinco ou dez anos. O número de autores fora do serviço é pequeno, porém, em comparação com o enorme número de livros já digitalizados pelo Google, lembra o site do jornal International Business Times. A gigante das buscas estima que mais de dez milhões de obras já poderão virar e-books.

Ao contatar o administrador do Acordo de Direitos Autorais da Pesquisa de Livros da Google, a redação da Geek foi informada de que a decisão de cada autor ou editor de optar por participar ou não do Acordo é uma questão confidencial e não é possível saber quais outros autores ficarão fora do Google Books.

Informações sobre o pedido de não participação do Acordo de Direitos Autorais da Pesquisa de Livros da Google e seu formulário de reivindicação podem ser acessados no link www.googlebooksettlement.com/r/enter_opt_out.

Ataques a páginas do Facebook em homenagem a duas crianças australianas assassinadas geraram pressões sobre a rede social para que se responsabilize mais por seus usuários.

Especialistas em mídia social dizem que é natural que pessoas que usam sites como Facebook e MySpace como uma de suas principais formas de comunicação se voltem aos sites em busca de conforto após uma tragédia pessoal.

Os alunos da escola Brisbane College, no Estado de Queensland, congregaram no site memorial criado após Fletcher ter sido morto em uma briga na escola há duas semanas, mas a página foi vandalizada com comentários ofensivos e imagens de pornografia infantil, entre outras.

O mesmo aconteceu em uma página criada em homenagem a Bates, que foi sequestrada em Budaberg, Queensland. Seu corpo foi encontrado na segunda-feira próximo a um bueiro. Um adolescente, acusado de tê-la assassinado, também seria amigo dos pais da menina no Facebook.

A premiê do Estado de Queensland, Anna Bligh, apelou aos donos do site norte-americano para que descubram formas de impedir que esse tipo de "incidente nojento" ocorra novamente.

"Busco seus conselhos sobre se o Facebook pode fazer qualquer coisa para evitar que esse tipo de incidente nojento ocorra novamente", disse ela na carta.

Uma porta-voz do Facebook disse que o site tem regras para checar conteúdo e revisá-lo rapidamente depois de qualquer alerta sobre informações ofensivas ou ameaçadoras, pornografia e vídeos ou fotos violentas, e que removeria o conteúdo.

Além disso, segundo a porta-voz, os internautas que fizeram os ataques às páginas memoriais receberão um alerta ou terão suas contas desabilitadas.

A Samsung, maior marca de televisores do mundo, iniciou a venda de TVs 3D na Coreia do Sul nesta quinta-feira, com uma meta agressiva, buscando manter suas margens de vendas de tela plana e ganhar uma vantagem no novo mercado.

Fabricantes estão fazendo um marketing agressivo das TVs 3D, buscando formas para aumentar a média de seus preços e melhorar sua linhas de produtos após milhões de TVs de tela fina compradas para salas de estar, quartos e até cozinha e banheiros de domicílios.

A Samsung, concorrente da também coreana LG Electronics e de japonesas como Sony e Sharp, lançou três séries de televisores 3D com display LCD e iluminação com LED para venda no mercado coreano.

Os modelos devem ser lançados mundialmente no mês que vem e a Samsung planeja vender pelo menos dois milhões de televisores 3D ainda este ano.

"Mesmo 2 milhões é uma meta conservadora e planejamos ainda criar o mercado com uma estratégia de marketing agressiva", disse o vice-presidente de vendas de telas e marketing da Samsung, Kim Yang-kyu, a jornalistas.

O 3D ainda é uma aposta arriscada para a indústria de televisores em busca de uma grande novidade, mas a falta de conteúdo em 3D, além dos preços altos e da necessidade do uso de óculos especiais, ainda são obstáculos à nova tecnologia.

A internet já existe há um bom tempo e tem evoluído diariamente. Porém enquanto se discute a importância do surgimento do ciberespaço para a democratização da informação, e enquanto as indústrias se concentram em oferecem produtos cada vez mais hightech, a segurança desse espaço tem ficado para trás.

Foi pensando nisso que, nessa última terça-feira, um grupo de especialistas da indústria e tecnologia, tendo como porta-voz o ex-diretor de Inteligência Nacional do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, Michael McConnell, pediu ao Comitê de Comércio, Ciência e Transporte do Senado dos Estados Unidos que sejam tomadas medidas mais ativas em relação à segurança na internet.

Segundo a agência Associated Press, os analistas compararam a era digital aos tempo s do surgimento dos primeiros automóveis. Para eles, uma regulamentação do governo seria a única forma de forçar os setores público e privado a se protegerem de forma adequada dos possíveis ataques cibernéticos.

James Lewis, especialista em segurança na internet disse que "assim como os carros não foram construídos para serem seguros até que a pressão do governo mudou o comportamento dos fabricantes, o ciberespaço não será seguro enquanto o governo não forçar essa melhoria".

O pedido do grupo capitaneado por McConnel parece, embora aparentemente não não haja relação entre os fatos, ter sido montado para dar uma espécie de apoio a um projeto de lei que já foi aprovado - de maneira quase unânime, diga-se de passagem - pelos deputados e necessita apenas passar pelo Senado. Se aprovado, em 2011 os Estados Unidos poderão estar melhor preparados para se defender de ataques digitais.

O projeto de lei em questão chama-se Bill H.R. 4061, também conhecido como Cybersecurity Enhancement Act of 2009. O projeto de lei é uma combinação de dois projetos anteriores, que não conseguiram ser aprovados: o Cybersecurity Research and Development Amendments Act of 2009 e o Cybersecurity Coordination and Awareness Act of 2009.

Se aprovada, a nova lei deve estabelecer um plano estratégico de abrangência nacional para pesquisa e desenvolvimento de cibersegurança. A lei também recruta a NSF, National Science Foundation, para conduzir pesquisas de cunho social e comportamental no cyberespaço. Há provisões para ações de educação (inclusive para crianças de idade escolar) e treinamento profissional na área e define a secretaria Office of Science and Technology Policy (OSTP) como consultora para observar todo o pro cesso e apontar melhorias.

Mas o ponto mais polêmico da H.R. 4061 é mesmo a criação de um cartão de identidade nacional para os cidadãos norte-americanos. O sistema proposto é baseado numa sistema de identificação federal (atualmente, cada estado norte-americano tem seu próprio sistema de identificação) que vai associar o cidadão a um número e vai ligar a esse número todas as comunicações, transações, ações e demais dados de sua vida pessoal.

Segundo seus proponentes, o sistema seria inteligente o bastante para permitir a vigilância de dados suspeitos - não apenas em investigações, mas de forma permanente - sem ferir os direitos civis durante o processo. Essa vigilância, que pode ser usada para espionar e controlar cidadãos comuns, é o que preocupa grupos como o Electronic Frontier Foundation (EFF).

"É lamentável que quem redigiu esse projeto de lei não admita o fato de que qualquer sistema de administração de identidades pode, ele mesmo, ser um risco para a privacidade e o anonimato", disse Lee Tien, um dos advogados da Electronic Frontier Foundation, em entrevista ao site TechNewsWorld. "Dado nosso compromisso constitucional em preservar as liberdades civis - a saber, liberdade de expressão, de relgião, de imprensa, de associação e, obviamente, à inviolável privacidade, há limites legais óbvios para o quão profundamente essa administração de identidade pode e deve chegar".

Mas tem sido difícil para os EUA elaborar uma legislação que resolva o problema. De acordo com o blog Friction, do site The Inquirer, o Senado americano está há mais de um ano tentando elaborar uma legislação que faça com que o governo e o setor privado trabalhem juntos para proteger redes de computadores de grande importância, determinar os padrões de segurança das grandes indústrias e promover uma educação mais avançada e uma consciência pública maior.

Um dos problemas enfrentados pelo Senado é que os grupos que defendem a privacidade dos usuários da internet, junto com os grupo que estão descontentes com as atuais políticas de controle governamentais, acabam forçando apenas recomendações de cumprimento voluntário para os padrões de segurança das indústrias em vez de normas obrigatórias. E o Senado, que já está no seu quarto projeto de lei, descobriu que não será possível agradar a todos.

A maioria das soluções estudadas pelo governo americano envolvem um alto nível de vigilância. Eles acreditam que a única forma de obstruir a chegada de spams, por exemplo, é abrir todos os correios eletrônicos e ler o que se encontra ali.

Embora as preocupações dos grupos de defesa dos direitos civis seja procedente, o problema existe e precisa de ação imediata. Os departamentos de TI das pequenas e médias empresas registra milhões de tentativas de acesso clandestinas por dia. As agressões variam de hackers que procuram roubar dados de cartão de crédito, até invasões de supostos grupos terroristas.

Para McConnell, isso demonstra que os ataques cibernéticos já estão levando milhões de dólares para fora da economia e que importantes redes como as linhas de transporte, a rede elétrica e as salvaguardas nucleares também se tornam vulneráveis aos que ele denomina "hacktivistas".

É um medo comum entre os usuários do Facebook e de outros sites de relacionamento ao redor do mundo: como lidar com um pedido de amizade vindo do seu chefe ou do seu funcionário?

Uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira verificou que 56% dos norte-americanos dizem ser irresponsabilidade ser amigo do chefe e 62% afirmam que é errado ser amigo de um funcionário.

No entanto, 76% acreditam que é aceitável ser amigo de um colega de trabalho, de acordo com uma pesquisa realizada com mil pessoas do Projeto Responsabilidade, do grupo Liberty Mutual.

"Quando os papéis mudam, o que você faz? Você deixa de ser amigo de alguém se ele virou seu chefe ou se agora você é o chefe dele?", disse a pesquisadora Kelly Holland. "Entramos em algumas situações realmente difíceis em termos do que as pessoas consideram responsável".

Ao usar as mídias sociais no trabalho, 73% afirmam que não é apropriado atualizar o status do Facebook, 82% dizem que não se deve postar fotos, 72% acreditam que "twittar" é errado e 79% dizem que não é aceitável assistir a vídeos online.

Mesmo assim, 66% afirmam que verificar o email pessoal no trabalho não tem problema.

"Quando as pessoas concentram-se na responsabilidade, sabem quais são as coisas responsáveis a fazer, mas se elas estão de fato fazendo isso é uma história diferente", disse Holland.

Os norte-americanos dividem-se sobre a questão de se as companhias deveriam verificar os perfis dos candidatos a um emprego nos sites de relacionamento: 52% afirmam que isso é apropriado e 48% dizem ser inaceitável.

As mídias sociais também podem levar a algumas decisões difíceis quando se trata de família e relacionamento. Sessenta por cento dos entrevistados afirmam que é "completamente aceitável" deixar de ser amigo de um ex-namorado ou ex-namorada.

Mais de 40% dos pais acreditam ser irresponsabilidade postar fotos de crianças na internet. Trinta e um por cento monitoram as contas do Facebook de seus filhos e quase 70% são amigos dos filhos no Facebook ou no MySpace. Mas 72% limitam o tempo dos filhos nas redes de relacionamento social.

Mais de 80% dos pais afirmam que os professores não deveriam interagir com os alunos online, mas se dividem quando o assunto é se o site de relacionamento deveria ser usado como prova para punir o comportamento de um estudante.

"A arena das mídias sociais é incrivelmente complexa em termos de responsabilidade", afirmou Holland.

Apesar do lado nebuloso da responsabilidade na mídia social, no entanto, há uma área sobre a qual três quartos dos norte-americanos concordam ¿ eles acreditam que é "narcisismo e perda de tempo" criar uma página no Facebook para um animal de estimação.

A pesquisa foi feita entre 12 e 15 de janeiro.

Numa época em que as gravadoras se encontram em sérias dificuldades, a loja iTunes, da Apple, anunciou ter atingido nesta quarta-feira a marca de dez bilhões de músicas vendidas.

A banda americana Black Eyed Peas, a popstar Lady Gaga e os britânicos do Coldplay são os maiores vendedores de música no iTunes, aponta um ranking no site da revista Billboard.

A canção I Gotta Feeling, dos Black Eyed Peas, é a mais baixada no iTunes, seguida de Poker face, de Lady Gaga, e Boom Boom Pow, também do Black Eyed Peas.

Lady Gaga é a artista solo com maior vendagem. Just Dance é a número 6 da lista e Bad Romance, a 22. Músicas de Jason Mraz, Coldplay, Flo Rida, Taylor Swift, Leona Lewis e Ke$ha completam a lista das dez mais vendidas.

Da lista das 25 músicas mais baixadas, apenas Don't Stop Believin, clássico dos anos 80 do Journey não foi lançada nos últimos cinco anos. Sua inclusão nas trilhas das séries Os Sopranos e Glee garantiu o 21º lugar.

Para comemorar a marca, a Apple presenteou o comprador número 10 bilhões com um vale-presente de US$ 10 mil no iTunes


O maior "navio solar" do mundo, segundo seus construtores, foi apresentado nesta quinta-feira em Kiel, norte da Alemanha. A embarcação fará uma viagem pela Europa este ano e a volta ao mundo, em 2011.
"É um sentimento único ver concretizado, hoje, um sonho de tanto tempo", afirmou Raphael Domjan, iniciador do projeto e futuro capitão.
Com 30 metros de comprimento e 16 metros de largura, o navio está equipado com mais de 500 metros quadrados de painéis solares fotovoltaicos e será "limpo e silencioso", segundo PlanerSolar, nome da companhia responsável e da embarcação.
Poderá alcançar velocidade máxima de 15 nós (25 km/h) e capacidade para 50 pessoas. Para a volta ao mundo, os futuros tripulates pensam em permanecer o mais tempo possível perto do Equador para disfrutarem dias de Sol.
A viagem de 40 mil quilômetros deverá durar 140 dias, atravessando o Oceano Atlântico, o Canal de Panamá, o Oceano Pacífico e o Oceano Índico, até passar pelo Canal de Suez para chegar ao Mar Mediterrâneo.

Um sistema agregado aos aerogeradores eólicos (turbinas de vento) que funciona como uma espécie de "radar de luz" está prestes a revolucionar o mercado mundial de energia eólica. Engenheiros da Universidade de Risoe, na Dinamarca, obtiveram êxito nos primeiros testes realizados com uma nova turbina, capaz de prever e reagir às alterações dos ventos, além de otimizar a geração de eletricidade.

Já batizado pelos pesquisadores com o nome de "Lidar" (Light Detection and Ranging), o sistema utiliza um feixe de raios laser para detectar a distribuição espacial da temperatura e da umidade na atmosfera.

"Os resultados mostram que este sistema consegue prever a direção, a intensidade e até a turbulência do vento. Com isto, estimamos que uma futura geração de turbinas de vento poderá aumentar a produção de energia e, ao mesmo, reduzir as cargas extremas que impactam no seu tempo de vida útil", explicou Torben Mikkelsen, um dos engenheiros responsáveis pelo projeto.

Quando o sistema Lidar é incorporado aos aerogeradores, eles passam então a "enxergar" o vento através da detecção das variações nas características da massa de ar. Em seguida, a turbina otimiza sua posição e ajusta a inclinação das pás, de modo com que o vento seja melhor aproveitado.

De acordo com os engenheiros, a tecnologia a laser aumenta a produção de energia em até 5%, principalmente porque permite a utilização de pás mais longas. Para se ter ideia, levando-se em conta uma turbina de vento com capacidade de 4 megawatts, tal crescimento representa um ganho financeiro de US$ 200 mil por ano.

"O sistema Lidar pode ser usado para aumentar a durabilidade das pás ao permitir que elas lidem melhor com as irregularidades do vento. Numa segunda etapa, isso tornará possível fabricar pás mais longas. Isto vai aumentar a produção de energia e tornar a eletricidade eólica mais competitiva", destacou Mikkelsen.

Atualmente, a indústria de turbinas de vento vive um verdadeiro boom, com a perspectiva de crescimento contínuo nos próximos anos, graças ao foco global nas energias renováveis e no combate às mudanças climáticas.

Os principais produtores mundiais de energia eólica* são:

1º Estados Unidos;2º Alemanha;3º Espanha;4º Portugal;5º China;6º Áustria;7º Suécia. *Dados de junho de 2009.


A Motorola anunciou nesta quinta-feira o lançamento de mais um smartphone com sistema operacional Android no mercado brasileiro, o Backflip, que será vendido inicialmente pela operadora Vivo.

O Backflip usa sistema Android 1.5 e tem no design seu principal diferencial: é um telefone com a tela reversa, que vira o monitor e o teclado QWERTY ao avesso. A tela, sensível ao toque, tem 3,1 polegadas (resolução de 320 x 400 pixels), câmera de 5 megapixels - que fica integrada ao teclado - e conectividade Wi-Fi e 3G. A superfície traseira da tela atua como um touchpad, ajudando na navegação pelos serviços.

O smartphone vem com o serviço MotoBlur, que integra o acesso aos serviços de redes sociais em uma única interface, além de permitir a localização via GPS do aparelho por um portal na web (e a exclusão de dados em caso de perda ou roubo do aparelho). "O Blur mostra que não olhamos apenas para o design, mas também para o software", disse Sérgio Buniac, vice-presidente de produtos móveis da Motorola. Além disso, o aparelho conta com acesso aos serviços do Google, como e-mail, mensagens instantâneas e busca.

A Vivo vai vender o Backflip com um cartão de memória de 8 GB e um conjunto de alto-falantes estéreo Bluetooth. Em planos pré-pagos, o aparelho será vendido pelo preço sugerido de R$ 1.699. Com um plano de 200 minutos de voz e 500 MB de plano de dados, o Backflip será vendido por R$ 499.

Segundo a Motorola, este é seu oitavo aparelho lançado com Android em todo o mundo. Até o final do ano, serão 20 aparelhos.

O crescimento nas vendas de passagens aéreas na internet está rapidamente se transferindo para mercados fora dos Estados Unidos, levando a uma corrida para impulsionar operações na Ásia e na América Latina, disseram os presidentes de duas importantes companhias de viagens online.

Dara Khosrowshahi, da Expedia, e Jeffery Boyd, da Priceline.com, concordaram, durante entrevistas no Reuters Travel and Leisure Summit no começo desta semana, que o crescimento além dos EUA é fundamental para suas estratégias de negócios.

Khosrowshahi, que aos 40 anos é chefe da maior agência de viagens online dos EUA, afirmou que espera que operações fora do país representem pelo menos metade dos negócios da Expedia daqui a cinco anos, ante os 37% de hoje.

"A Europa é um grande mercado para nós. E, para nós, os mercados da Ásia-Pacífico e da América Latina são novos mercados emergentes", disse ele.

O valor das reservas feitas pela empresa subiu 26% em 2009. Seus negócios internacionais aumentaram 38%, enquanto que nos EUA houve crescimento de 19%.

A Ásia-Pacífico e a América Latina representam cerca de 5% do valor total dos negócios da Expedia, mas a empresa espera dobrar essa participação nos próximos anos, segundo Khosrowshahi.

"Estamos investindo agressivamente na China e na Austrália, na Índia e no Brasil", afirmou.

Já seu rival, Boyd, de 53 anos, disse que cerca de dois terços dos negócios da Priceline estão fora dos EUA. A Priceline, que ficou famosa com seu sistema de leilões, viu um crescimento de 52,9% em suas reservas no quarto trimestre de 2009 ante igual período do ano anterior.

No mercado internacional, a empresa registrou um crescimento de 81%, enquanto no norte-americano cresceu 29,6%.

"Os mercados internacionais são menos maduros. O mercado online é menos desenvolvido. A concorrência não está tão à frente quanto aqui nos EUA", disse Boyd.

Ele também apontou que o setor hoteleiro é mais fragmentado em mercados fora dos EUA. "Esperamos um maior crescimento nos mercados internacionais, de novos mercados como a Ásia, que têm menos penetração e um melhor crescimento econômico atualmente", disse Boyd.


A indústria de semicondutores foi por muito tempo um jogo de titãs. O preço de uma fábrica de chips de última geração gira em torno de US$ 3 bilhões. As instalações tipicamente levam anos para serem construídas. E o tamanho microscópico dos circuitos de um chip exige uma engenharia que praticamente desafia as leis da física.

Ao longo das décadas, legiões de companhias cambalearam, ou até se esgotaram financeiramente, por tentarem produzir alguns dos objetos mais complexos feitos pela humanidade pelo menor preço possível. Agora, a guerra dos chips está prestes a se tornar ainda mais sangrenta. Na sua próxima etapa, os fabricantes batalharão para oferecer o silício a um dos segmentos de maior crescimento da informática: smartphones, laptops minúsculos e aparelhos tablet.

O combate coloca grandes companhias ¿ cada uma tentando pôr sua marca sobre a mesma arquitetura básica de chips para portáteis ¿ contra a Intel, a fabricante dominante de chips de computadores, que está usando um design diferente para entrar em um segmento de mercado no qual tem presença ínfima.

Segundo os atores do setor, o consumidor sairá ganhando com a batalha, que deve aumentar a concorrência e a inovação. Mas ela sairá cara para os fabricantes de chips envolvidos.

"Me preocupo com isso", disse Ian Drew, vice-presidente executivo da ARM Holdings, que detém os direitos da arquitetura de núcleos de um chip usado na maioria dos smartphones e que licencia a tecnologia para os fabricantes. "Mas, em última análise, esses fabricantes de chip estão pressionando uns aos outros e, caso um sucumba, ainda haverá dois ou três restantes."

A Intel, com sede em Santa Clara, Califórnia, é há muito tempo considerada referência de ultraeficiência e alta tecnologia na produção de processadores. A companhia é a última fabricante de chips importante que projeta e monta seus próprios produtos, que vão para dentro da vasta maioria de computadores pessoais e servidores vendidos todos os anos.

A maior parte dos demais chips, para itens tão diversos quanto carros e impressoras, é montada por um grupo de fabricantes terceirizados, principalmente na Ásia, para cumprir as especificações de outras empresas que projetam e comercializam o produto. Tradicionalmente, essas companhias, conhecidas como fundições, andam atrás da Intel em termos de tecnologia de produção e trabalham com chips de arquitetura mais simples.

Mas com a tecnologia portátil, começou uma corrida cara pela produção de chips ainda menores, que consumam menos energia, sejam mais rápidos e custem menos do que os produtos fabricados nas fábricas mais antigas.

Por exemplo, a GlobalFoundries planeja iniciar este ano a produção de chips em Dresden, na Alemanha, numa fábrica que é discutivelmente a mais avançada já construída. Os primeiros chips produzidos irão para smartphones e aparelhos tablet, ao invés de computadores tradicionais.

"O primeiro que chegar com esses tipos de produto será realmente aquele que vai ganhar o mercado", disse Jim Ballingall, vice-presidente de marketing da GlobalFoundries. "Isso vai mudar as regras do jogo."

A companhia, um novo ator nos negócios de produção terceirizada de chips, foi formada no ano passado, quando a Advanced Micro Devices, a principal rival da Intel no mercado de processadores, se desfez de suas operações de produção. A GlobalFoundries, com sede em Sunnyvale, Califórnia, teve um auxílio próximo a US$ 10 bilhões em investimentos atuais e futuros do governo de Abu Dabi.

Os vastos recursos à disposição da GlobalFoundries botaram pressão sobre empresas como Taiwan Semiconductor Manufacturing, United Microelectronics e Samsung Electronics, que também fabricam chips para smartphones. A mensagem da GlobalFoundries é clara: como recém-chegada, vai gastar o que for preciso para conquistar mercados desses rivais.

Ao mesmo tempo, Apple, Nvidia e Qualcomm estão projetando suas próprias opções a partir de chips móveis da ARM, que serão produzidos por fundições terceirizadas. Mesmo sem o investimento direto de uma fábrica, criar um chip de smartphone do zero poderá custar quase US$ 1 bilhão para essas companhias.

Recentemente, esses tipos de chip saíram de smartphones como iPhone para outros tipos de aparelhos por serem baratos e consumirem pouca energia.

Por exemplo, o tablet iPad, da Apple, deverá funcionar com um chip ARM. O mesmo deverá ocorrer com os pequenos laptops da Hewlett-Packard e da Lenovo. Algumas startups já começaram a explorar a ideia de usar chips ARM em servidores. ¿A Apple foi a primeira empresa a produzir um aparelho realmente desejável que não fosse baseado em chips da Intel e no Windows da Microsoft¿, disse Fred Weber, veterano no setor de chips. ¿O iPhone rompeu algumas barreiras psicológicas que as pessoas tinham ao tentar novos produtos, ajudando a impelir esse avanço nos eletrônicos de consumo."

Empresas como Nvidia e Qualcomm querem colocar seus chips no maior número possível de eletrônicos de consumo, como sistemas de entretenimento automotivo e telefones residenciais com telas e acesso à internet.

No Mobile World Congress, em Barcelona, Espanha, na semana passada, fabricantes exibiram uma vasta variedade de aparelhos ágeis com base em chips ARM, inclusive tablets e laptops. Além disso, a HTC lançou seu smartphone Desire, montado a partir de um chip ARM da Qualcomm chamado Snapdragon, que impressionou visitantes com sua enorme tela sensível.

Enquanto isso, a Intel está prestes a entrar na disputa da telefonia, tanto para expandir mercado quanto para se defender dos fabricantes de chips ARM. Sua linha de processadores Atom, usada na maioria dos netbooks e agora chegando aos smartphones, pode custar de duas a três vezes mais do que um chip ARM, de acordo com analistas. Além disso, os chips Atom consomem energia demais para muitos dos aparelhos menores.

Executivos da Intel argumentam que os consumidores vão querer experiências de computação portátil mais robustas, o que exige chips com mais vigor e programas compatíveis com PCs, duas forças tradicionais da Intel.

"Quanto mais essas coisas se assemelham a computadores, mais os consumidores vão valorizar algumas capacidades que temos e querer aumentar o nível de desempenho", disse Robert B. Crooke, vice-presidente da Intel responsável pelo chip Atom. "Detectamos isso em nossos consumidores em vários espaços, como TVs digitais e aparelhos portáteis."

A Intel também tem bolsos profundos. Em dezembro, a companhia tinha mais de US$ 9 bilhões em dinheiro e investimentos de curto prazo. Crooke disse que a experiência produtiva da Intel permitirá que a empresa produza a cada mais ou menos 18 meses uma nova safra de chips que sejam mais baratos e consumam menos bateria. À medida que os rivais se adaptam a técnicas de ponta na produção de chips, disse ele, provavelmente vão esbarrar em problemas que a Intel resolveu anos atrás.

Ao mesmo tempo, a competição de outros fabricantes vai pressioná-los a diminuir seus preços. "Não sei se isso vai dificultar para esses caras investirem no futuro, mas certamente é algo que alguém pensaria", disse Crooke.

Depois de 18 meses de operação, o GMail Labs está sofrendo a sua primeira reformulação, com o Google matando as aplicações menos populares enquanto promove as mais populares a funções permanentes. Dê as boas vindas aos YouTube Previews, detector de anexos e cores personalizadas de labels.


A Nokia vai começar a vender no segundo trimestre uma versão especial do seu N97 mini: chamada de Gold Edition, ela vem com um revestimento em ouro 18 quilates.

O smartphone N97 mini é uma versão com dimensões reduzidas do N97, mas mantém o design com a tela deslizante sobre o teclado QWERTY. A tela do mini é de 3,2 polegadas (contra 3,5″ do N97), as dimensões são menores (14,2 mm contra 15,9 mm, 138 gramas x 150 gramas) e a capacidade de armazenamento foi reduzida de 32 GB para 8 GB internos.

O mini conta com conectividade 3G, Wi-Fi, Bluetooth, GPS e câmera de 5 megapixels. Além disso, tem atalho para redes sociais como Facebook e Twitter.

O Gold Edition será vendido na Europa, Oriente Médio e África pelo preço sugerido de 850 euros (equivalente a cerca de R$ 2,1 mil) ¿ ao menos na Polônia, onde o aparelho já foi anunciado oficialmente. Em sua versão convencional, o N97 mini deve ser lançado nos próximos meses no Brasil.



Um inquérito judicial em Cardiff, no País de Gales, concluiu que uma professora inglesa de 24 anos morreu em novembro do ano passado por ter consumido produtos de limpeza corrosivos, depois de ter descoberto fotos suas nuas no site de relacionamentos Facebook.
Ela foi encontrada morta em seu apartamento em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, onde trabalhava em uma escola internacional.
As autoridades galesas não foram capazes de determinar se a professora Emma Jones cometeu suicídio ou se a ingestão dos líquidos tóxicos foi acidental.
Durante audiência na quarta-feira, sua mãe, Louise Rowlands, acusou o ex-namorado da filha, Jamie Brayley, de roubar as fotos íntimas de Jones e disponibilizá-las no site de relacionamentos Facebook.
"Ele colocou as fotos no Facebook e ela disse que foi acusada de prostituição por um colega de trabalho da escola", declarou Rowlands.
Por isso, segundo Rowlands, a professora temia que fosse presa no país muçulmano.
"Ela estava chorando, isso estava partindo o coração dela. Eu disse, 'Emma, seja o que for, não pode ser tão mau. Apenas volte para casa'", contou a mãe, que conversou com a filha por telefone dias antes de sua morte.
Mas Jones teria dito que não poderia deixar o país, porque seria "jogada na cadeia", segundo relato de Rowlands.
Brayley, porém, nega ter roubado as fotos ou as ter colocado na internet. "Emma nunca me enviou qualquer imagem indecente. Ela não era esse tipo de pessoa", disse.
O juiz Thomas Atherton disse que não acreditava que o ex-namorado deveria ser responsabilizado pela morte de Jones.

Dose letal
O legista Thomas Hockey concluiu que foi a ingestão de líquidos corrosivos que matou a professora. Mas o juiz disse que não era possível ter certeza se ela ingeriu as substâncias de propósito ou se tomou acidentalmente os produtos tóxicos que estavam em uma garrafa sem identificação.
Quando foi encontrada morta em seu apartamento, a professora carregava seu passaporte no bolso e suas roupas estavam sobre a cama, prontas para serem colocadas em uma mala.
"Suas roupas estavam fora do armário e seu passaporte em seu bolso. Isso não indica uma pessoa que está cogitando o suicídio", disse Atherton. "Ela havia concordado que a melhor ação seria deixar Abu Dhabi e retornar a Grã-Bretanha", completou o juiz.
A mãe se disse satisfeita com o veredito aberto. "Não havia a menor chance de a minha filha ter cometido suicídio. Ela era uma verdadeira batalhadora, cheia de vida", comentou.

A Apple promete deixar de comercializar programas de conteúdo erótico para o iPhone, mas especialistas e programadores acusam a empresa de adotar critérios pouco lógicos para decidir o conteúdo a ser eliminado.

» Apple remove 5 mil aplicativos sexuais
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Na semana passada, a empresa começou a retirar de sua loja online milhares de aplicativos de conteúdo adulto, argumentando que o número de queixas recebidas, especialmente de mulheres e pais preocupados, aumentou consideravelmente.

"Chegamos a um ponto em que estávamos recebendo queixas de mulheres afirmando que o conteúdo era deteriorante demais, e de pais incomodados com o que seus filhos estavam vendo", disse Phil Schiller, vice-presidente da Apple, ao jornal The New York Times.

Um dos campeões de protestos no iTunes foi um programa criado pela marca de bebidas Pepsi, que dava conselhos bastante primitivos para chamar a atenção de mulheres.

Outro aplicativo que deu problema foi o Wobble iBoobs, que permitia escolher fotos de mulheres de biquini, marcar partes de seu corpo e fazer com que elas tremessem sempre que o iPhone fosse sacudido.

Segundo algumas fontes, a Apple já teria eliminado cerca de 5 mil aplicativos, apesar de muitos deles serem meras réplicas do mesmo programa. No entanto, muitos usuários e parte da imprensa denunciaram que uma boa parte dos programas que estão sendo eliminados é de conteúdo bastante inocente.

Alguns aplicativos que simplesmente permitem acesso à internet também correm risco de extinção porque representam uma potencial porta de entrada para conteúdo adulto.

Entretanto, conteúdo de grandes empresas como as revistas Playboy e Sports Illustrated - com sua edição de mulheres de biquini -, desenvolvido pelo grupo editorial Time, segue disponível no iTunes dias depois de a Apple iniciar a limpa. Já aplicativos desenvolvidos por companhias pequenas ou programadores independentes não estão mais à venda.

O programa Swimsuit custa US$ 1,99 e mostra as melhores capas da revista Sport Illustrated com belas modelos de biquíni - conteúdo que não é mais nem menos erótico que alguns dos aplicativos que não passaram pelo crivo da Apple.

"Acho que todo programador tem direito a publicar seu trabalho, independentemente que seja bem conhecido ou não", lamentou Craig Hockenberry, que atua na criação de software e é analista de aplicativos para iPhone na rede de microblogging Twitter. "Meu medo é que uma loja de aplicativos cheia de grandes marcas seja muito chata. A inovação tende a ocorrer entre os programadores pequenos", acrescentou.

Tentando explicar algo difícil de justificar, Phil Schiller disse ao The New York Times que a diferença está no fato de que Playboy e Sport Illustrated são companhias "conhecidas que previamente publicaram material em um meio que está amplamente aceito".

Também surpreendeu o momento escolhido pela Apple, que já tinha em andamento políticas contra o conteúdo para adultos no iPhone desde julho do ano passado. Alguns especialistas afirmam que a verdadeira razão por trás destas medidas de censura está no sucesso do iPod Touch e, principalmente, no iminente lançamento do iPad.

O iPod Touch faz muito sucesso entre crianças e adolescentes nos Estados Unidos, já que o reprodutor digital permite que eles joguem videogames, mas não preocupem os pais com contas altas de telefone.

Os usuários do iPod Touch são, no entanto, os perfeitos futuros usuários do iPhone, e a Apple quer evitar a todo custo preocupações com conteúdos supostamente para adultos.

Por outro lado, o iPad chegará ao mercado mês que vem e centenas de programadores de todo o mundo já estão criando aplicativos especialmente projetados para este minicomputador, ou adaptados do iPhone.

Um dos planos da Apple para o novo aparelho é comercializá-lo como ferramenta educativa, o que acaba com qualquer interesse na comercialização de conteúdo adulto no iPad.


A tecnologia chegou ao jardim.

Os vasos Click & Grow são dotados de sensores que determinam a quantidade de água e fertilizante necessários para manter as plantas vivas e floridas.

Segundo o site Treehugger, o sistema da Click & Grow usa a técnica de aeroponia, onde as plantas são mantidas suspensas no ar e recebem água e nutrientes por aspersão. Para que o vaso inteligente cuide da planta, basta colocar as sementes especiais (adquiridas separadamente) no local indicado e conectá-lo a um computador por meio de um cabo USB. Um programa de crescimento para o tipo da planta será acionado, e irá regá-la e adubá-la seguindo as instruções do software.

Os modelos apresentados vão desde a versão básica, onde é preciso completar um tanque de água, até versões mais avançadas, que coletam água do ar, conforme informações do site Earth Techling.

Os vasos Click & Grow devem estar disponíveis no mercado em alguns meses, a partir de cerca de US$ 20. Mais informações podem ser obtidas no site oficial no endereço clickandgrow.com.

A Nintendo deve lançar seu mais novo console portátil nos Estados Unidos no final de março, informou a fabricante de videogames japonesa nesta quarta-feira.

O Nintendo DSi XL chegará às prateleiras nos EUA em 28 de março, a US$ 189,99. O aparelho conta com duas telas, maiores que as dos modelos de DS atualmente no mercado. O DSi XL já está disponível no Japão.

A Nintendo, fabricante do popular console Wii, é a maior vendedora de consoles nos EUA. Segundo o centro de estudos do setor NPD, a Nintendo vendeu cerca de 420 mil unidades do DS em janeiro.

Já sua principal concorrente, Sony, vendeu cerca de 100 mil unidades de seu console portátil PSP no mês passado.

O mercado de televisão por assinatura brasileiro registrou 149.913 novos clientes em janeiro, o que representa crescimento de 2,01 por cento sobre dezembro, informou a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) nesta quarta-feira.

Segundo a Anatel, a TV por assinatura ¿ entre serviços a cabo, por micro-ondas e por satélite ¿ hoje chega a 7,6 milhões de domicílios, atingindo cerca de 25,2 milhões de pessoas em todo o país, levando em conta cálculo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os maiores índices de expansão no número de assinantes de TV paga no país nos últimos 12 meses foram registrados nas regiões Norte e Nordeste.

Um grupo de engenheiros está trabalhando em conjunto com a indústria automobilística para desenvolver um tipo de carro inteligente, capaz de aprender os padrões de direção seguros e de alertar o motorista quando este não estiver dirigindo com a o cuidado apropriado.

Segundo o site Softpedia, o Drivsco, que está sendo desenvolvido com financiamento da União Europeia, utiliza faróis de infravermelho, câmeras e um avançado processamento visual para visualizar melhor a estrada quando a visibilidade for limitada, oferecendo ao motorista alertas sobre a proximidade de outros veículos ou de uma curva fechada.

"O que queríamos era um sistema que aprendesse a dirigir durante o dia e correlacionasse essas informações com as ações do motorista", explica Florentin Wörgötter, um dos desenvolvedores. "Assim, durante a noite, o sistema pode avisar 'Devagar, uma curva se aproxima!' ¿ uma curva que provavelmente o motorista não viu".

Obviamente, por razões legais, o Drivsco ainda está limitado a ser um "co-piloto" que auxilia em uma direção mais segura. Mas no futuro é possível que ele possa efetivamente assumir o controle de um veículo. De acordo com o site TG Daily, testes mostraram que o sistema é capaz de prever em tempo real como um determinado motorista iria lidar com situações em estradas e rodovias. O trânsito na cidade, no entanto, ainda é muito complexo para o Drivsco.

Mais informações sobre o projeto podem ser obtidas no site oficial, que pode ser acessado pelo atalho bit.ly/aNfIpp.


O Internet Explorer 6 está mesmo com seus dias contados.

Depois de diversos sites já terem abandonado a compatibilidade com o navegador e outros anunciarem que deixarão de lhe dar suporte, foi lançado ontem na internet um convite para o seu "funeral".

O site IE6 Funeral (ie6funeral.com), criado pela agência Aten Design Group traz a seguinte mensagem: "O Internet Explorer 6, atuante na internet há oito anos, morreu na manhã do dia primeiro de março de 2010, em Mountain View, na Califórnia, como resultado de um ferimento sofrido em seu local de trabalho na sede da Google, Inc. O Internet Explorer 6, conhecido por amigos e familiares como 'IE6', continuará vivendo em seu filho Internet Explorer 7 e sua neta Internet Explorer 8. O Funeral será no dia 4 de março, às 07h"

O site ainda abre espaço para que pessoas deixem suas condolências e confirmem ou não sua presença no funeral.

O blog da agência explica que o anúncio feito pelo Google de que a partir de março deixará de prestar suporte ao IE6 foi o motivo para a criação do site. Para eles, a futura incompatibilidade dos serviços oferecidos pelo Google ao navegador não causa um grande impacto aos serviços prestados pela agência, uma vez que continuarão oferecendo produtos compatíveis ao IE6, porém o anúncio é um passo muito importante na evolução da internet e, para a agência, um ótimo motivo para que a comunidade local de web designers se reuna para comemorar.

Nesta quarta-feira, foi anunciado que a partir do dia 13 de março o YouTube também não oferecerá mais suporte ao acesso feito via Internet Explorer 6. A suspensão do suporte ao antigo navegador da Microsoft também acontecerá com outros produtos da Google, como o Google Docs.

De acordo com o jornal The Washington Post o funeral será na própria sede da Aten Design Group e aqueles que não puderem comparecer, estão convidados a enviar flores para o endereço disponibilizado no site. O jornal ainda lembra que para aqueles que decidirem prestar suas condolências pessoalmente, a agência ironicamente sugere "trajes fúnebres", mais apropriados para um velório.

O presidente-executivo da Apple Steve Jobs participará do encontro anual com acionistas nesta quinta-feira, e não faltam questões a serem feitas ao executivo sobre a companhia, que sempre tende à avareza no que se refere a informações.

As ações da Apple têm girado em torno dos US$ 200 desde outubro passado, mesmo com bons resultados registrados no último trimestre e da incrível bajulação em torno do iPad, seu mais novo aparelho, que deve ser lançado em março.

Com uma capitalização de mercado que se aproxima dos US$ 200 bilhões nas últimas semanas, analistas afirmaram que investidores podem estar em busca de um novo catalisador para que as ações da empresa disparem, após mais que dobrarem de valor no último ano.

Acionistas querem saber quais são os planos de Jobs para o iPad, se o iPhone conseguirá manter seu forte crescimento em meio à maior concorrência, e o que a empresa fará com os US$ 40 bilhões que tem em caixa.

"É uma empresa grande e há dúvidas sobre os limites de crescimento em qualquer mercado, e quando você passa dos US$ 220 bilhões, o que eles estão próximos de conseguir, as pessoas começam a fazer perguntas", disse o analista da Pacific Crest Securities, Andy Hargreaves.

O iPad tem gerado tantas dúvidas quanto publicidade, uma vez que ninguém sabe direito o apetite do consumidor por aparelhos móveis desse tipo, um meio-termo entre smartphones e notebooks.

"Para a maioria dos investidores, a essa altura, o iPad é uma caso de 'quero ver'", disse o analista da Oppenheimer Yair Reiner. Embora Reiner seja otimista em relação ao aparelho, ele afirmou que alguns o veem como um produto de nicho, diferentemente do iPhone, iPod ou MacBook.

Analistas estimam vendas de entre dois e cinco milhões de unidades para o iPad em seu primeiro ano. O aparelho deve chegar às prateleiras no final de março, com um preço inicial de US$ 499.

Ainda é incerta a quantidade de informação que a Apple divulgará na reunião com seus acionistas, que ocorrerá nesta quinta-feira na sede da empresa em Cupertino, na Califórnia. Tais eventos tendem a ser rotineiros, atraindo apenas pequenos investidores em vez de grandes acionistas.

Mais de três quartos dos cientistas na China usam as buscas no Google como uma de suas principais ferramentas de pesquisa e disseram que seu trabalho seria muito prejudicado caso a perdessem, segundo estudo divulgado nesta quarta-feira.

O futuro do Google no país é incerto desde sua briga com Pequim, mas cientistas chineses entrevistados pela revista Nature sobre o quanto dependem do Google afirmaram que o serviço é vital para descobrir trabalhos acadêmicos, informações sobre descobertas e pesquisas, e literatura acadêmica.

"Pesquisas sem Google é como viver sem eletricidade", disse um cientista chinês no estudo, que entrevistou mais de 700 cientistas para saber suas opiniões.

O Google, maior site de buscas do mundo, disse em janeiro que descobriu sofisticados ataques originados na China contra ativistas de direitos humanos que usam seu serviço de e-mail Gmail.

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