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Call of Duty: Modern Warfare 2

Postado por VandersonTigre | 11:38 | | 0 comentários »


Desenvolvedor:Infinity Ward
Distribuidor:Activision
Gênero:Tiro em primeira pessoa - FPS
Lançamento: 10 de novembro de 2009
Faixa etária:Inadequado para menores de 18 anos
Jogadores:1 a 18
Suporte Online:Sim
Aprendizado:25 a 35 minutos
Requerimentos: Microsoft Windows XP, Vista e Windows 7; processor Intel Pentium 4 3.2 GHz ou AMD Athlon 64 3200+; memória de 1 GB RAM; placa de vídeo ATI Radeon 1600XT ou melhor, 256 MB NVIDIA GeForce 6600GT ou melhor; Microsoft DirectX(R) 9.0c; 12GB de espaço livre no HD

Modern Warfare 2 é a sequência do aclamando game homônimo que debutou em diversas plataformas da atual geração. Nesta versão, exclusiva para PlayStation 3, PC e Xbox 360, os jogadores passam por diversos ambientes diferentes para tentar manter a ordem mundial.

O game mantém a narrativa que se iniciou no primeiro game, com o mundo enfrentando uma instabilidade política da Rússia. Com isso, algumas pessoas estão aproveitando a situação para criar um estoque de armas e assegurar a potência militar da própria Rússia.

Mesmo com a morte do vilão Zakhaev, responsável pelas atrocidades do primeiro jogo, a situação não deve estar muito melhor. O novo rosto do terrorismo global é um ex-associado de Zakhaev chamado Makarov. O inimigo usa como desculpa a vingança da morte de seu aliado para causar toda a destruição. Além de ser um sociopata, Makarov ainda possui uma base poderosíssima na Rússia, que é uma ameaça para todo o mundo.

Outro fator interessante é o nível de dificuldade, que foi significativamente aprimorado. Os momentos em que você encarna enfrenta um número elevado de oponentes devem ser muito mais intensos do que na versão original do game. Espere por tiroteios abundantes e muitos inimigos aparecendo simultaneamente na tela. Mas, felizmente, você conta com uma nova opção para derrotá-los: um escudo.

Além do seu novo equipamento, que promete ser muito útil quando usado estrategicamente, o game também conta com um modo de jogo em que é possível jogar cooperativamente com um amigo. Com isso, as coisas se tornarão ainda mais intensas, mas você terá a chance de bolar estratégias muito mais complexas quando acompanhado de uma mente humana. Infelizmente a empresa ainda não revelou se o modo, intitulado Special Forces, será online ou offline.

O bacana de tudo isto é que, mesmo contendo uma trama linear, você poderá realizar os objetivos de diversas maneiras. Basicamente, os jogadores terão a chance de explorar praticamente todo o nível para cumprir suas missões, escolhendo os caminhos mais adequados ou mais desafiadores. Sem dúvidas, uma adição bem-vinda, que permitirá ao jogador desfrutar do game várias vezes.


Uma grande produtora de games leva, em média dois anos para desenvolver um jogo. A partir desta sexta-feira (29) até domingo (31), estudantes de todo o mudo terão apenas dois dias para se organizar e criar um jogo de videogame na Global Game Jam.

“O objetivo é unir pessoas ligadas ao desenvolvimento de jogos e dividi-las em grupos de trabalho para criar um game em 48 horas” conta Hamilton Lima, um dos organizadores do evento no Brasil. Não é uma competição, é um conceito de ‘jam’, de se juntar para desenvolver algo interessante”.

A maratona de desenvolvimento de games ocorre simultaneamente em 140 cidades espalhadas por 39 países, incluindo o Brasil. Por aqui, o desafio acontece no Recife, em São Carlos, no interior de São Paulo, em Curitiba e em Varginha, no interior de Minas Gerais.

O Global Game Jam , que está em sua segunda edição, apresenta um tema central e todos os participantes devem desenvolver um jogo baseado nele. Em 2010, o tema é “Decepção”. “Após a definição do tema, as pessoas são divididas em pequenos grupos para desenvolver alguns jogos”, explica Fábio Florêncio, organizador do evento no Recife. “Cada equipe precisa ter, no mínimo, um artista e um game designer”

Os participantes ainda recebem sub-temas conforme o fuso horário em que se encontram. No caso do Brasil, ele foi “limas, mímicos e tempos”. “Além de trabalhar com o tema principal, a equipe precisa focar em pelo menos um dos sub-temas, que precisa aparecer no game”, diz Florêncio.

Após a maratona de dois dias, os jogos desenvolvidos são enviados para uma comissão mundial, que irá avaliar o resultado do trabalho e disponibilizar os jogos para donwload no site oficial do evento. Não há um vencedor ou um perdedor. “É uma troca de conhecimento e de experiências no mundo dos games”, afirma Hamilton Lima.

Rio fica de fora
Com evento marcado para a Universidade Federal Fluminense, em Niterói, o Rio de Janeiro acabou ficando de fora, na última hora, da edição deste ano da Global Game Jam. “Infelizmente, não vai rolar no Rio. Como é época de férias, não conseguimos todas as autorizações necessárias para a realização do evento, em tempo hábil”, disse o organizador do evento no Rio, Hamilton Lima, acrescentando que está “negociando outro evento no próximo fim de semana”, para atender quem se inscreveu anteriormente.

De acordo com o professor Esteban Walter Gonzalez, do Departamento de Computação da UFF, no entanto, a falta de patrocínio e o período de férias na universidade inviabilizaram a realização da edição fluminense do evento este ano. “Como estamos em época de férias e é um evento sem recurso, tivemos dificuldade para conseguir suporte técnico e segurança. É bem chato, pois no ano passado, com patrocínio, foi uma superfesta”, lamentou.

O professor adiantou ainda que uma versão nacional do Global Game Jam deve ocorrer entre julho e agosto, e a UFF está conversando com outras instituições de ensino do país para ser um dos palcos do evento.

A Mattel acaba de lançar seu primeiro brinquedo desenvolvido especialmente para a comunidade canina, chamado "Puppy Tweets", que permite ao "melhor amigo do homem" participar ativamente do Twitter.

O dispositivo é uma tag plástica com sensor de sons e movimentos que deve ser presa à coleira do animal e vem também com um receptor de USB para ser conectado ao computador. Após sua instalação, cria-se uma conta no Twitter para o cãozinho e espera-se o recebimento de suas mensagens.

A tag vem com diversas mensagens pré-gravadas, ligadas às atividades do cão. Caso ele esteja correndo, tuitará, por exemplo, "eu finalmente peguei o rabo que estava caçando e "OOUUUCHH!". Se o cachorro estiver dormindo, ele enviará um tweet dizendo algo como "às vezes parece que minha pata está o tempo todo apertando o botão _snooze_", mas, caso ele esteja latindo, em sua página aparecerá "YAHOOOOOOO! Às vezes é preciso deixar seu latido ligado".

Susan Russo, diretora de marketing da Mattel, disse para a CNN americana que o Puppy Tweets une duas tendências atuais, o uso de mídias sociais e a comunicação em tempo real, além do amor extremo que as pessoas têm por seus cães.

O Puppy Tweets é parte dos novos produtos de 2010 que serão apresentados para a mídia na feira anual da indústria de brinquedos em Nova York, no próximo mês.

O Puppy Tweets estará disponível a partir do segundo semestre e terá preço de aproximandamente US$ 30, de acordo com o site Switched.

Lawrence Lessig, professor norte-americano e fundador do Creative Commons, foi uma das atrações da Campus Party na tarde desta sexta-feira. Durante entrevista coletiva, ele comentou o lançamento das licenças Creative Commons em sua versão 3.0 para o Brasil. A "atualização" da licença tem a intenção de fazer com que ela esteja mais próxima da realidade jurídica de cada país - no caso do Brasil, a incorporação do direito moral do autor, inexistente nas leis norte-americanas, foi um dos principais pontos a serem ajustados.

Lessig salientou que o Brasil é um dos mais importantes países em relação à cultura digital, e, bem-humorado, disse sentir falta de um show como o de Gilberto Gil para comemorar o lançamento da nova versão da licença que ele ajudou a criar (o ex-ministro esteve ontem na feira, participando de uma palestra na área Campus Forum, mas de qualquer forma não tocou nenhuma música).

Criadas há sete anos e trazidas para o Brasil há seis, as licenças Creative Commons têm o objetivo de permitir uma maior flexibilidade ao direito autoral. Assim, cada autor pode definir os parâmetros pelos quais quer disponibilizar sua obra. "Estamos na geração do 'nós'", disse Lessig, defendendo que a nova geração precisa de meios para conseguir "compartilhar conteúdo de uma forma legal".

Na nova versão, todas as licenças Creative Commons passam agora a ser baseadas numa licença denominada "Unported", que foi redigida tendo em vista tratados internacionais como a Convenção de Berna, e os países participantes do projeto "derivam" dela as licenças nacionais, tendo em vista o código legal do país. Algumas cláusulas e definições também devem reescritas e ampliadas, com o objetivo de melhorar a precisão e o alcance das licenças.

No Brasil, o processo, que demorou cerca de um ano e meio, foi acompanhado pelo Centro de Tecnologia e Sociedade da Faculdade de Direito da Fundação Getúlio Vargas, sob o olhar atento de Ronaldo Lemos, diretor do Creative Commons no Brasil.

Quando questionado sobre um possível uso das licenças na educação, Lessig lembrou que as licenças Creative Commons também possuem aplicação no ensino público, ao permitir que um determinado conteúdo didático possa ser facilmente traduzido, distribuído ou "mixado", sem, no entanto, infringir qualquer direito autoral.

O professor também ressaltou que é possível sim lucrar com publicações que são liberadas online sob licenças Creative Commons, exemplificando com um caso, na África do Sul, onde uma determinada publicação, depois de disponibilizada ao público pela internet, teve um aumento considerável em suas vendas em papel. "É preciso experimentar, de forma a encontrar a melhor maneira de fazer isso", afirmou Lessig sobre a coexistência de publicações impressas e a sua oferta na rede sob Creative Commons.

Nesta quinta-feira, às 19h, Lawrence Lessig apresenta com detalhes o formato 3.0 das licenças Creative Commons no Brasil. Quem não puder comparecer à Campus Party pode assistir via streaming pelo endereço tv.campus-party.org, na aba "Momento Telefônica".

A Campus Party Brasil 2010 se realiza no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, até o próximo domingo. O público em geral pode visitar a exposição. Ingressos e mais informações podem ser encontrados no site oficial do evento em www.campusparty.com.br.


Provavelmente essa primeira geração do iPad não é para você, que está lendo um site de tecnologia no Brasil, por algumas falhas que irritam os mais tecnófilos. Aliás, não há como negar que boa parte dos maiores fãs da Apple ficaram um pouco (ou muito) decepcionados com o que foi revelado há dois dias. Mas o (ou a?) tablet da Apple é exatamente o que Steve Jobs queria que fosse: um gadget para um segmento de mercado que talvez nem soubéssemos que existia até anteontem, que abarca potencialmente todo mundo, no longo prazo.

É um pouco difícil fazer hoje qualquer previsão sobre o sucesso do iPad, ou o quanto que as pessoas vão entender o seu propósito que é, sim, revolucionário. Mas uma coisa é certa: ele faz muito pouco sentido para os brasileiros. Aqui está o porquê.

A empresa japonesa Fujitsu se prepara para uma batalha judicial com a Apple a respeito dos direitos sobre o nome do iPad. A Fujitsu alega ter registrado o título "Ipad" em 2003 para um aparelho multifuncional que verifica preços, checa dados e fecha vendas em tempo real, atualmente vendido principalmente nos Estados Unidos.

"É nossso entendimento de que o nome é nosso", disse Masahiro Yamane, diretor da divisão de relações públicas da Fujitsu ao jornal The New York Times. Ele revelou que a companhia decidiu consultar advogados sobre o próximo passo assim que foi divulgado o nome do tablet da Apple.

O iPad da Fujitsu, que funciona com o sistema operacional CE.NET, da Microsoft, tela de toque de 3.5 polegadas, processador Intel e conexões wi-fi e bluetooth. Também suporta chamadas de telefone VoIP.

Em comparação com o aparelho da Apple, cujo modelo mais barato sairá por US$ 499 a partir de março, quando começarem as vendas, o iPad da Fujitsu custa quatro vezes mais.

O Escritório de Patentes dos Estados registra que a marca iPad como abandonada no início de 2009, permitindo que a Apple pudesse registrá-lo, mas a Fujitsu afirmou que resolveu relançar seu dispositivo em junho. Desde então, ainda que em segredo, as duas companhias começaram a disputar a marca. A Apple tem até 28 de fevereiro para contestar a reivindicação da Fujitsu para mantê-la.

Não são apenas as duas companhias que usam o termo iPad. A Siemens batizou motores com este nome assim como uma marca c anadense de roupa íntima, Coconut Grove Pads, tem o direito de usá-lo numa linha de sutiãs.

Três anos atrás, ao lançar o iPhone, a Apple enfrentou polêmica semelhante com a Cisco Systems. As duas empresas acabaram negociando um acordo.

Uma foto publicada no Facebook ajudou a americana Ashley M. Sullivan, 17 anos, a acabar na prisão. Em 30 de maio do ano passado, embriagada, ela se envolveu em um acidente na cidade de North Tonawanda, distrito de Niagara, causando a morte do namorado, Alex Rozicki, 20. Enquanto aguardava julgamento, viajou até a Flórida, onde posou para a foto que pôs no Facebook com a legenda "Bêbada na Flórida".

No acidente, Ashley perdeu o controle do carro que dirigia - e no qual viajava também o namorado -, atingindo o muro de um clube de golfe. Um exame depois constatou que ela tinha no sangue uma vez e meia a quantidade de álcool tolerada por lei.

A Promotoria de Niágara apresentou a página do Facebook como prova da irresponsabilidade de Ashley que, assim, teve negado o direito de não responder pela morte por ser menor de idade. Ela foi condenada em novembro por homicídio por negliência e mau comportamento ao volante, mas a pena - seis meses de prisão e mais cinco anos proibida de beber - ainda não havia sido apresentada.

"Estou chocada com seu comportamento desde o acidente!", disse o juiz Matthew J. Murphy III à adolescente, segundo o jornal The Buffalo News. "E esta é a razão para a sentença de prisão".

A Oracle abriu um processo contra uma pouco conhecida rival que fornece serviços de baixo custo de manutenção de software, em um caso semelhante ao que a empresa está promovendo contra uma unidade da rival SAP.

O processo afirma que a empresa Rimini Street roubou material protegido por direito autoral usando códigos de acesso online de clientes da Oracle. O presidente-executivo da Rimini Street, Seth Ravin, negou as acusações, afirmando em entrevista que sua companhia não fez nada de errado.

"Vamos lutar essa batalha", afirmou. "Vamos responder agressivamente no tribunal as alegações específicas quando for o momento", afirmou o executivo.

A norte-americana Rimini Street vende atualizações e reparos de software por cerca de metade do que a Oracle cobra de seus clientes. Ravin afirmou que sua companhia registrou US$ 150 milhões em negócios no ano passado.

As acusações da Oracle são semelhantes às feitas pela empresa em um processo semelhante aberto contra a unidade de negócios TomorrowNow, da SAP. A Oracle sustenta que a TomorrowNow usou ilegalmente senhas de clientes para roubar materiais protegidos por direito autoral do site protegido da Oracle. Esse caso será julgado em um tribunal de San Francisco, em novembro.

Ravin é um co-fundador da TomorrowNow, que a SAP comprou em janeiro de 2005. Ele fundou a Rimini Street em setembro de 2005.

Serviços de manutenção são um dos principais geradores de lucro para a Oracle. Esses negócios produziram US$ 11,8 bilhões no mais recente ano fiscal, ou cerca de metade do faturamento total da Oracle.

"Estamos comprometidos em proteger nossos direitos de propriedade intelectual contra aqueles que os roubam ou os infringem", afirmou a porta-voz da Oracle, Deborah Hellinger, em comunicado.


O caminhoneiro australiano Gye Gardner pode dizer que vive colado a seu iPhone. Literalmente.

Depois de quebrar sem querer o alto-falante do aparelho, Gardner, 43 anos, resolveu usar uma cola potente para consertá-lo. Então recebeu um telefonema do chefe.

"Eu acho que não pensei muito quando peguei o telefone e encostei na orelha para falar com meu chefe", ele disse ao jornal Northern Territory News.

Depois de alguns minutos de ligação, Gardner descobriu que o aparelho estava colado a seu rosto. Passou então várias horas com o iPhone preso à orelha direita enquanto dirigia até em casa. Foi, claro, motivo de gozação entre amigos, que sugeriram que deixasse o telefone, já que passa parte do dia em ligações.

Ele contou que, já em casa, primeiro tentou usar uma faca para retirar o iPhone, mas não deu certo. "Eu me dei conta de que não queria ir a um médico para botar minha orelha de volta, então usei uma colher", disse. A "operação" foi dolorosa. Acabou com o rosto vermelho e com a pele arranhada. "Mas doeu mais no meu orgulho do que na minha orelha".


A produtora Electronic Arts anunciou nesta quarta-feira (27) que o game de futebol oficial da Copa do Mundo, “2010 Fifa World Cup”, está em desenvolvimento e chegará às lojas americanas no dia 27 de abril. O game será lançado para o Xbox 360, PlayStation 3, Wii e PSP.

O jogo de futebol trará 199 seleções mundiais que participaram das eliminatórias da Copa em suas respectivas regiões. Os 10 estádios que serão usados na África do Sul, bem como locais utilizados para jogos das eliminatórias, estarão presentes com diversos detalhes.

O diferencial do título da Copa do Mundo em relação às outras versões de ‘Fifa’ é que a EA consegue reproduzir fielmente os rostos, as características físicas e habilidades dos jogadores que participarão da competição. Os produtores tentam retratar melhor a experiência de participar da Copa, com gritos de torcida, faixas com mensagens e chuva de papel picado. Os controles e os gráficos receberão alguns ajustes, com destaque para a iluminação e para o banco de reservas, que pela primeira vez mostrará os jogadores sentados.



Entre os modos de jogo está a Copa do Mundo, as eliminatórias regionais e partidas online contra outros gamers. De acordo com a Electronic Arts, será possível realizar a competição inteira pela internet. Outra novidade é que a altitude afetará o desempenho dos atletas nas partidas. Eles cansarão mais rapidamente e a bola “correrá” mais no gramado.


A Operação Lei Seca, que há 9 meses registra queda no número de vítimas de trânsito e gerou polêmica pela forma que é realizada, foi parar no twiiter (serviço de microbolg). A página já tem quase 32 mil seguidores e pode ganhar o "Oscar" do Twitter.

O prêmio “The Shorty Award”, criado especialmente para as páginas do twitter, tem 27 categorias e concorrentes do mundo inteiro. O microblog LeiSecaRJ está na frente na categoria “notícia” e disputa com mais 800 concorrentes.

Já o jornalista William Bonner, apresentador do Jornal Nacional, é o preferido na categoria “jornalista”, com mais de 700 concorrentes. O “Oscar” do twitter vai ser anunciado em março, em Nova Iorque, nos Estados Unidos.



Os vencedores são determinados a partir da combinação da votação popular com os votos dos membros da academia. Esta é a segunda edição do "The Shorty Award" e a premiação é anual.



A página do twitter do LeiSecaRJ, criada para informar sobre os locais da operação, também é estampada em camisetas, que já somam cerca de dois mil pedidos de compra.

Como surgiu o microblog

Para o criador da página, Eduardo Trevisan, a operação dá resultados, mas é falha. Ele defende que o governo deveria ampliar, primeiramente, o horário de funcionamento dos transportes públicos durante a madrugada, como metrô, barcas e trem, e também ampliar a frota de ônibus nesse horário. Além disso, ele critica a falta de certificado do etilômetro, o medidor de álcool. Mas a principal revolta do LeiSecaRJ, segundo ele, é o trânsito gerado pela operação.

“A ideia surgiu quando um dos moderadores estava voltando, num fim de segunda-feira, para a Barra da Tijuca, após uma reunião estressante que varou o expediente e encontrou-se, durante meia hora, preso num engarrafamento na descida do Elevado do Joá”, conta ele.

Segundo Trevisan, que é consultor de Marketing, o amigo ficou meia hora no engarrafamento. Além disso, ele afirma também que teve que enfrentar fila para realizar o teste. O microblog, dessa forma, surgiu após a insatisfação do motorista. De acordo com Trevisan, “para evitar que outras pessoas passassem pela mesma situação”.

Camisas

A venda das camisas começou depois que Eduardo Trevisan apareceu em um programa de televisão usando a blusa com os dizeres “Operação Lei Seca Eu Twitto”, feita em casa por sua mulher. Ele afirma que foi preciso terceirizar o serviço para dar conta dos pedidos.

Atualmente, o twitter LeiSecaRJ avisa também sobre vias fechadas por traficantes, áreas perigosas, acidentes de trânsito, apagões e alagamentos. Eles recebem de 100 a 200 novos seguidores por dia.

“Ao contrário do que muitos pensam, não somos nem um pouco a favor de beber e dirigir”, disse ele.

Desconto em táxi

Trevisan afirmou que na próxima semana os seguidores do LeiSecaRJ no twitter terão descontos nas tarifas de uma companhia de táxi, a partir de uma senha diária que será emitida na página deles.

“Começamos sim como um grupo revoltado, somente. Porém, por trás desta conta do twitter há cidadãos responsáveis e conscientes. Recentemente fechamos um acordo com uma companhia de táxi para oferecer o mesmo desconto que o governo de São Paulo conseguiu em toda sua frota de táxi. Um governo que te oferece 20% nas corridas, de sexta-feira a segunda, para quem apresentar nota fiscal de consumo em bares e restaurantes, consegue acertar vários coelhos com um tiro e aumenta a arrecadação do ICMS, obrigando os bares a emitir a nota”.

A assessoria do governo do estado informou que não irá se manifestar sobre a página criada no twitter, pois essas são alternativas de informação e liberdade de expressão.



De acordo com o balanço divulgado pela Secretaria de Estado de Governo no início do mês, mais de 3.700 pessoas foram salvas na cidade do Rio em 2009, desde o início da Operação Lei Seca, no dia 19 de março. Em dezembro, o número de vítimas caiu 26,9% em relação ao mesmo período de 2008.


Será que o novo iPad, da Apple, pode se provar bom a ponto de criar problemas?

Steve Jobs, o presidente-executivo da Apple, destacou a capacidade do iPad para transmitir jogos de beisebol ao vivo e filmes, ao demonstrar o aparelho na quarta-feira. Mas as pessoas dispostas a pagar mais para receber conteúdo por meio da rede de dados de terceira geração (3G) da AT&T podem ter outro preço a pagar: downloads muito lentos e serviço precário, em um sistema que já está sobrecarregado.

A rede telefonia móvel avançada dos Estados Unidos já começa a sofrer de carga excessiva em função de celulares inteligentes que servem como computadores, aparelhos de navegação e leitores eletrônicos. Celulares vêm cada vez mais sendo usados como televisores, e isso ocupa ainda mais banda. Eles também podem transmitir vídeos, o que permite videoconferências via celular.

E uma nova geração de netbooks, computadores tablet e outros aparelhos móveis que se conectam às redes de telefonia móvel só aumentarão a sobrecarga. "As redes das operadoras de telefonia móvel não são capazes de arcar com milhões de tablets recebendo cinco gigabytes mensais de dados cada um", disse Philip Cusick, analista da Macquarie Securities.

As operadoras de telefonia móvel subestimaram dramaticamente a demanda dos consumidores por serviços de rede, propelida em larga medida pelo iPhone e seus aplicativos, diz ele. "E isso só vai piorar quando o vídeo em formato stream ganhar ainda mais espaço".

Uma hora de navegação na web via celular consome em média 40 megabytes de dados. Ouvir música via internet por uma estação online como a Pandora requer 60 megabytes de dados por hora. Assistir a um vídeo pouco nítido do YouTube pelo mesmo período de tempo leva a um consumo quase triplicado de dados. E assistir a um show ou evento esportivo ao vivo consumirá quase 300 megabytes por hora.

"A questão do vídeo é algo que o setor precisa resolver", disse Cusick. A AT&T, única operadora de telefonia móvel para o iPhone nos Estados Unidos, se tornou alvo de piadas e causa de irritação para os seus clientes nas grandes cidades, devido a quedas de ligações, serviço precário e outros defeitos de rede.

As demais operadoras de telefonia móvel podem em breve passar a sofrer do mesmo problema, quando começarem a vender mais aparelhos que usam serviços de dados intensivamente. As vendas de celulares inteligentes devem crescer em 30% este ano, de acordo com projeções dos analistas do Morgan Stanley.

Em recente conversa com analistas, Ralph de la Vega, presidente-executivo da divisão de mobilidade da AT&T, disse que os usuários de celulares inteligentes, especialmente iPhones, estavam causando sobrecarga na rede ao assistir a vídeos e navegar pela Web. A empresa reportou elevação sem precedente no uso de serviços sem fio de dados, da ordem de 7.000% desde 2006.

Jake Vance, por exemplo, acompanha o maior número possível dos jogos de beisebol do Boston Red Sox, a maioria dos quais via iPhone. "Assisto a todos os jogos que não posso ver na televisão", disse. "Também assisto a partidas ocasionais no iPhone quando estou em casa, se a minha mulher quer assistir a outra coisa na televisão".

Na semana passada, Vance, 27, que trabalha muitas horas por dia na cozinha da padaria vegetariana que administra com sua mulher, em Rutherford, Nova Jersey, ouviu às transmissões em áudio de 70 partidas, e assistiu a outras 30, usando o aplicativo da Major League Baseball para o iPhone.

"O iPhone mudou as expectativas dos consumidores quanto ao que um aparelho portátil é capaz de fazer", disse Jeff Bradley, vice-presidente sênior de aparelhos na AT&T. "Estamos trabalhando o mais rápido que podemos para garantir que essas expectativas sejam atendidas".

No entanto, enquanto as operadoras de telefonia lutam para atender à demanda em suas redes, ao mesmo tempo encorajam o uso de aparelhos mais sofisticados e de listas cada vez maiores de aplicativos. Analistas antecipam que dentro de três ou quatro anos, as operadoras gerem mais de metade de sua receita com serviços de dados, ante menos de 30% hoje.

As operadoras cada vez mais consideram os serviços de dados e de stream de vídeo de alta qualidade como forma de se diferenciarem dos concorrentes, diz Ross Rubin, analista do NPD Group.

A AT&T, por exemplo, está oferecendo um plano de dados com volume ilimitado de transferências por US$ 30 ao mês, para usuários do iPad. Os clientes não ficam obrigados a manter um contrato de longa duração, como acontece com os celulares, e isso torna o novo serviço mais atraente. "Eles desejam plantar agora na mente dos consumidores a semente quanto ao potencial, antes mesmo que as redes estejam prontas. Mas é preciso encontrar o equilíbrio entre oferecer uma má experiência e a sobrecarga da rede", disse Rubin.

As redes de outros países enfrentam problemas semelhantes, disse Chetan Sharma, um analista independente de telefonia móvel. Mas muitas operadoras fora dos Estados Unidos tentam manter sob controle o uso das redes ao adotar planos escalonados para dados. E os celulares inteligentes, que consomem mais banda, muitas vezes estão divididos entre diversas operadoras em uma mesma cidade.

Ainda assim, algumas delas, como a britânica O2, sofreram falhas de serviço devido à concentração de proprietários de iPhones em áreas urbanas densas, a exemplo de Londres.

Os streams de vídeo e as transmissões ao vivo de eventos ainda estão em estágio inicial de adoção. Mas já conquistaram espaço entre os consumidores. A versão de US$ 10 para o aplicativo de beisebol, que permite streams ao vivo para celulares, registrou cerca de 300 mil downloads desde que foi colocada à venda, em junho, disse Bob Bowman, presidente-executivo da MLB.com.

"Não tivemos nem mesmo a temporada completa de beisebol com o aplicativo à venda", disse Bowman. "Creio que veremos alta substancial na próxima temporada". O aplicativo foi demonstrado por Jobs no evento de lançamento do iPad, na quarta-feira.

A National Football League (NFL) recentemente anunciou planos para oferecer seu Red Zone Channel, que oferece destaques de partidas de futebol americano em tempo real, com placares e melhores lances, aos usuários de celulares, na próxima temporada.

O Knocking Live, um aplicativo gratuito que permite a proprietários do iPhone e iPod Touch trocarem vídeos em tempo real, como se em uma teleconferência, teve mais de 275 mil downloads, de acordo com a empresa que o criou, a Pointy Heads Software. Cerca de 540 mil sessões de videoconferência em tempo real foram iniciadas desde que o aplicativo chegou ao mercado, no começo de dezembro. Em média, 120 gigabytes de dados são trocados a cada dia, e a empresa estima que cerca de 90% das sessões tenham sido conduzidas por meio da rede 3G da AT&T.

O Ustream.tv, site que permite que qualquer pessoa transmita ao vivo pela web eventos como cerimônias de casamento ou travessuras de filhotinhos de animais, recentemente introduziu um aplicativo gratuito que permite que usuários de celulares inteligentes acionados pelo sistema iPhone ou Android transmitam vídeos diretamente de seus aparelhos. Nas duas primeiras semanas de oferta, a empresa disse que os usuários subiram mais de 500 mil transmissões.

"A facilidade e simplicidade de apanhar o celular, apertar um botão e transmitir ao vivo é o que torna o aplicativo tão atraente", disse Brad Hunstable, presidente da Ustream.

Hunstable disse que os dados requeridos para transmitir ou assistir a vídeos ao vivo usando o aplicativo são comparáveis a assistir a um vídeo no YouTube. Mas a empresa está testando uma versão de alta definição de seu aplicativo para o iPhone, que usará mais banda.

"À medida que a tecnologia melhora, melhora nossa capacidade de transmitir vídeo de melhor qualidade".

A Toshiba, maior fabricante japonesa de microprocessadores, manteve previsão bem abaixo das estimativas do mercado e anunciou medidas de corte de custos diante de um forte iene e queda nos preços dos computadores.
A cautela contrasta com a rival Samsung Electronics, maior fabricante mundial de chips de memória, que afirmou na sexta-feira que considera aumentar sua capacidade na expectativa de alta na demanda por chips e televisores de tela plana.

A Toshiba, que fica atrás da Samsung como a segunda maior fabricante mundial de chips de memória NAND, manteve sua previsão de lucro anual em 100 bilhões de ienes, muito abaixo dos 136 bilhões de ienes segundo média de estimativas apurada junto a 21 analistas consultados pela Thomson Reuters I/B/E/S.

A empresa revisou para baixo a previsão de vendas em 400 bilhões de ienes, para 6,4 trilhões de ienes, por conta da valorização da moeda japonesa e afirmou que cortará 420 bilhões de ienes em custos fixos este ano, quase 30 por cento a mais do que o plano anterior, para manter sua previsão de lucro.

A Toshiba disse que agora espera que suas operações de chips cheguem ao equilíbrio financeiro no ano até março, em vez de registrar lucro de 50 bilhões de ienes previsto anteriormente. A unidade de processadores de sistema continua no vermelho, apesar dos preços para chips de memória flash NAND terem subido 10 por cento entre outubro e dezembro ante o trimestre anterior.

"A recuperação acabou saindo mais devagar do que esperávamos", afirmou o vice-presidente-executivo Fumio Muraoka a repórteres.

Alguns analistas afirmam que a nova meta ainda pode ser ambiciosa.

"Será difícil a Toshiba conseguir o break even para as operações de processadores no ano, dado o desaquecimento sazonal de janeiro a março", disse Shigeo Sugawara, gerente de investimento na Sompo Japan Asset Management. "Gostaria de ver se eles conseguem cortar custos em algum momento."

No terceiro trimestre fiscal, a Toshiba, que fornece chips para a Apple e possui a empresa de energia nuclear norte-americana Westinghouse, teve um prejuízo líquido de 10,6 bilhões de ienes, contra perdas de 121,1 bilhões de ienes no ano anterior.

A Samsung Electronics espera que uma rápida recuperação na demanda por chips de memória de computador e TVs de tela plana impulsione seu crescimento este ano. Mas a empresa considera que a retirada das medidas de estímulos econômicos de governo representam um risco importante para as vendas.

A maior fabricante mundial de chips de memória e telas LCD afirmou que a alta no won pode também minar os lucros, apesar da maior parte dos analistas estar otimista sobre as perspectivas para a empresa que se tornou uma marca global em um intervalo de 10 anos.

As medidas de Pequim para apertar as condições monetárias elevaram os receios sobre uma potencial desaceleração da economia chinesa, afetando a perspectiva de demanda para países como a Coreia do Sul, que exporta certa de 25 por cento de seus produtos para a China.

Esses receios e os fracos resultados de empresas de tecnologia nos Estados Unidos na véspera pressionaram as ações da Samsung nesta sexta-feira, que caiu 3%, acumulando retração de 5% na semana. "Mas estou confiante sobre a Samsung este ano. Chips e LCD estão se saindo muito bem e a Samsung está trabalhando com smartphones, apesar de ser um pouco tarde para começar", afirmou Choi Jong-hyeok, gerente de fundos na Midas Assets Management.

Analistas esperam que o lucro líquido da maior empresa de tecnologia da Ásia em valor de mercado cresça 30%, para 13 trilhões de wons (11 bilhões de dólares), este ano, segundo a Thomson Reuters I/B/E/S.

A empresa afirmou que está considerando aumentar seu investimento em chips de memória para suprir a demanda. O lucro consolidado da empresa no quarto trimestre subiu para 3,7 trilhões de wons, acima da previsão de 3,58 trilhões de wons apurada pela Thomson Reuters I/B/E/S. As vendas no período subiram 19%, para 39,24 trilhões de wons. As ações da empresa subiram 77% no ano passado, bem acima do ganho de 50% do mercado coreano.

A secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, conversou nessa quinta-feira com o chanceler chinês, Yang Jiechi, sobre o recente ciberataque sofrido pelo Google no país asiático. A chefe da diplomacia americana explicou em entrevista coletiva concedida em Londres, divulgada pelo Departamento de Estado, que abordou o tema com Yang Jiechi durante uma conferência sobre o Afeganistão e o Iêmen. "Foi uma conversa franca", disse Hillary.

Segundo a secretária de Estado, eles concordaram em seguir discutindo o assunto dentro dos diálogos bilaterais entre China e EUA: "Tivemos uma troca de opiniões muito positiva". De acordo com Hillary, os Estados Unidos acreditam que é importante garantir que "ninguém use a internet para propósitos de censura ou repressão".

No último dia 12, o buscador ameaçou fechar suas operações na China após sofrer um ciberataque proveniente do país asiático dirigido às contas de e-mail de ativistas pró direitos humanos e que, aparentemente, afetou 34 outras companhias nos EUA. O ataque causou tensões entre EUA e China, pois Washington saiu em defesa do Google, reunindo-se com funcionários da embaixada chinesa para pedir explicações.

A Microsoft divulgou nesta quinta-feira um lucro trimestral 60 por cento maior, com ajuda das vendas do novo sistema operacional Windows 7.
Apesar de fortes, os resultados vieram em linha com o esperado por Wall Street e falharam ao não impressionar alguns investidores que aguardavam números surpreendentes. As ações da maior fabricante mundial de softwares estavam praticamente estáveis no pregão "after-hours" em Nova York.

A Microsoft teve lucro líquido de 6,7 bilhões de dólares no segundo trimestre fiscal, ou 0,74 dólar por ação, ante 4,2 bilhões de dólares, ou 0,47 dólar por ação, um ano antes.

Excluindo os efeitos extraordinários de pré-vendas do Windows 7, o lucro por ação foi de 0,60 dólar.

A receita cresceu 14 por cento na mesma base de comparação, para 19,02 bilhões de dólares, incluindo um efeito não-recorrente de 1,71 bilhão de dólares também pelo Windows 7. Sem isso, o faturamento seria de 17,31 bilhões de dólares no trimestre.

Rivais como IBM, Google e Apple superaram as previsões médias de Wall Street ao reportar os últimos balanços trimestrais, mas viram suas ações caírem ou subirem pouco em seguida.

A rede social Facebook vem enfrentando um problema cada vez mais grave: o surgimento de sites de ódio, que incitam sentimentos contra grupos sociais diversos, como os indianos que vivem na Austrália. As reclamações são frequentes, porém, os sites não estão sendo apagados pela empresa.

Grupos como o "I think Indian People Should Wear Deodorant" ("eu acho que indianos deveriam usar desodorante"), "Stop Whining Indians" ("parem de reclamar, indianos"), e "Australia: Indians, You Have a Right to Leave" ("Austrália: indianos, vocês têm o direito de ir embora"), não foram excluídos do portal mesmo após protestos e apelos de grupos de direitos humanos e representantes das minorias discriminadas.

Gautam Gupta, secretário da Federação dos Estudantes Indianos, disse que apesar de achar que os sites devem ser excluídos, sua manutenção permite o rastreamento dos grupos de ódio, que podem trabalhar tanto online quanto offline. Gupta acredita que este não é um problema apenas do Facebook, e sim social.

Pelo menos seis grupos australianos especificamente contra os indianos no país ainda estão ativos no Facebook. Entre os mais populares, estão o "Fuck Off - We´re Full" ("danem-se - estamos cheios", numa tradução "amaciada") e o "Speak English or Piss Off!!!" ("fale inglês ou caia fora", idem), que possui 54 mil membros e ganha aproximadamente 2 mil seguidores por semana.

De acordo com o jornal australiano The Sydney Morning Herald, o site "Speak English or Piss Off!!!" recentemente postou uma nota dizendo que estão ganhando a batalha contra o Facebook para manter a página ativa. Já Darrin Hodges, administrador do grupo "Fuck Off - Were Full", não fez apologia, afirmando apenas que a rede é inconsistente em relação à maneira de lidar com os grupos, contando também que o seu foi desativado cinco vezes além de invadido por trolls.

Alex Gollan, criador do grupo "Australians Against Racism & Discrimination" ("australianos contra o racismo e a discriminação"), conta que não é do interesse do Facebook fechar páginas racistas que publicam anúncios, e afirma que o problema cresceu muito e está fora de controle.

Darlene Ford, professora de estudantes indianos na Adelaide¿s Cambridge College, contou que seguiu todos os procedimentos do Facebook para denunciar os sites, e se diz frustrada com a falta de ação da empresa, que não quis comentar os fatos.

Aqui no Brasil existem poucos grupos que incitam a violência no Facebook - provavelmente pelo baixo número de usuários nacionais, já que no Orkut eles são inúmeros, mas é possível encontrar um que discrimina o grupo "emo". Já a Itália desistiu de combater tais sites, depois de uma onda de grupos elogiando o ataque ao primeiro ministro Silvio Berlusconi.

A gigante de celulares Nokia anunciou na quarta-feira, na feira Demo House 2010, em Espoo, na Finlândia, o desenvolvimento da nova tecnologia de radar móvel para aparelhos celulares, o que significa a possibilidade de mensurar a distância e a velocidade de objetos, como de carros em uma estrada.

Outra utilidade para a função seria a de registrar os movimentos do usuário, como sugere o site TechRadar, e ainda abre caminhos para o desenvolvimento de aplicativos que podem ser utilizados em esportes, entretenimento ou segurança pessoal.

A tecnologia para os radares não estaria baseada na câmera dos dispositivos, o que faz com que possa ser utilizada em bolsos ou dentro de outros compartimentos, explica o blog da empresa.

O conceito foi revelado pela Nokia a partir de seu Research Center, embora até agora nada tenha sido divulgado oficialmente sobre alguma possível data de lançamento ou mesmo se um dia será usada nos aparelhos, por ser apenas um protótipo.


Gente empilhando latinhas de energético até o teto, centenas de malucos correndo em fila com a cadeira na cabeça, desfile de notebooks, gritaria, italiano passeando com trompete, buzina, sirene, palestras, jogos em rede, tudo de uma vez só na madrugada dos campuseiros da Campus Party. Nerd não dorme? Bom, muitos certemente preferem dormir durante o dia.

"A noite tudo funciona melhor, até minha cabeça", disse Ayrton Serra, estudante que troca o dia pela noite, período em que passa cerca de 7 horas em frente ao computador. "Trabalho, namoro e diversão, tem de tudo na madruga do computador", afirma.

Às 23h40, nos derradeiros minutos da quarta-feira, ainda se ouvia o som da última palestra do dia. Poucos sabiam que, às 2h da manhã de quinta, começaria a primeira palestra do novo dia. Uma "Oficina Técnica de Como Projetar um Software Livre" começou potunalmente às 2h15 com presença em massa de campuseiros.

Instantes antes disso, minutos, para ser mais preciso, ocorreu um ato que deixaria o visitante desavisado em pânico. Tudo começou com um rapaz que saiu gritando com a cadeira sobre a cabeça. Pois é. Em seguida, mais um, talvez dois, o seguiram. Segundos depois eram dezenas, e um minuto depois centenas de nerds alucinados correndo e gritando pelo espaço do evento, com cadeiras em cima da cabeça, naquilo que foi batizado de "Revolta das cadeiras". Quem não estava de cadeira na mão, estava filmando ou fotografando o ato, uma coisa ou outra, ninguém escapou. E, sim, eram 2h da manhã.

Incrível mesmo foi os revoltosos não terem derrubado a pilha de 110 latas de Red Bull que foi erguida com matemática arquitetura por dois rapazes que quiseram protestar contra a falta de energéticos na Campus. Queixa comum e endossada. "É nosso combustível, né. Não pode faltar", disse Lucas Pereira, de 25 anos, analista de sistemas.

E foi assim, no meio desta festa nerd, que um sujeito, pacato da cabeça ao pé, caminhava com seu tromepete na mão direita. Mas, será que o cara errou de festa? "Estou aqui no Brasil há quatro dias. Vim aqui na Campus Party porque as palestras e workshops sobre edição de música me interessam muito", disse Carlo Coppadoro, 28 anos, italiano, músico, recém-chegado a São Paulo na companhia de um amigo também italiano - mas que vive no Rio de Janeiro. Então tá explicado. "Trouxe o trompete para tocar aqui. De noite. É isso".

Ninguém ali diria que, às 4h da manhã, com tamanha iluminação, bate-papo, gritaria, contingente, era, enfim, realmente 4 horas da manhã. "Isso aqui fica mais cheio essa hora do que às 9h, por exemplo", disse Kimi Santana, de 19 anos, que trabalha em um dos stands de games. Fato que prova que Campus Party, nerds e madrugada formam um trio difícil de ser batido. Quem dormiu, perdeu.

A ONG Human Rights Watch (HRW) acusou a Microsoft de obstruir os esforços do Google, que recentemente ameaçou abandonar as operações na China, depois que o mais popular site de buscas do mundo finalmente reagiu contra a censura à internet no país.

As declarações do diretor executivo da Microsoft, Steve Ballmer, e do fundador e detentor da maior parte das ações da companhia, Bill Gates, "parecem contradizer a postura oficial da empresa de oposição à censura e minimizam e inclusive apóiam a censura da internet na China", afirmou a Human Rights Watch no comunicado.

"A Microsoft está equivocada com isso", disse Arvind Ganesan, diretor de negócios e direitos humanos da Human Rights Watch. "Justo quando o governo dos Estados Unidos e companhias como o Google estão tentando frear a censura, Balmer e Gates parecem que vêm na direção contrária".

Ele pediu aos dois executivos da Microsoft que "esclareçam sua postura", do contrário o governo chinês ficará muito satisfeito com a maneira como divide seus oponentes sobre a censura.

O Google ameaçou no último dia 12 deixar a China depois de sofrer um ataque de hackers - supostamente chineses - e ainda exigiu o fim da censura nas buscas. Também foram violados e-mails de ativistas chineses de direitos humanos. Ao começar a operar na China, em 2006, o Google aceitou a imposição do governo ditatorial de bloquear as buscas a expressões e fatos como o Massacre de Tianamen e a luta do Tibet pela independência.

No domingo passado, no entanto, Gates, em entrevista ao jornal The New York Times ironizou a ameaça e relativizou a censura chinesa, afirmando que praticamente todos os países do mundo impõem algum tipo de restrição à internet.

A Motorola anunciou nesta quinta-feira que deverá registrar prejuízo no atual trimestre, diante de pesados investimentos para lançamento de mais smartphones. Investidores se mostravam decepcionados com o anúncio e as ações da empresa desabavam mais de 10%.

Os papeis da empresa tombavam apesar do anúncio de vendas mais fortes que o esperado de smartphones no quarto trimestre, quando a companhia começou a vender aparelhos baseados no sistema operacional Android, desenvolvido pelo Google.

A Motorola previu prejuízo no primeiro trimestre de US$ 0,01 a 0,03 por ação diaante uma expectativa média de analistas ouvidos pela agência Reuters de lucro de 0,03 dólar.

O co-presidente-executivo da Motorola Sanjay Jha atribuiu a previsão a um esperado menor volume de vendas de smartphones no primeiro trimestre por motivos sazonais, combinados com as despesas maiores com o lançamento de novos aparelhos.

"Estamos apenas nos estágios iniciais de nossa transição para uma companhia de smartphones e nós temos muito trabalho adiante", disse Jha a analistas em teleconferência.

A Motorola informou que a unidade de dispositivos móveis terá lucro no quarto trimestre de 2010, depois de anos de prejuízos depois que uma linha fraca de aparelhos causou perda de participação de mercado para rivais como Apple e Nokia.

A Nokia divulgou também nesta quinta-feira lucro e vendas acima das expectativas do mercado e suas ações dispararam 14%. A Motorola, que está apostando o futuro de seus negócios com celulares na plataforma Android, vai vender menos celulares inteligentes neste trimestre que no quarto, disse Jha. Ele previu vendas de 11 a 14 milhões de smartphones este ano e afirmou que os aparelhos vão gerar mais de 50 por cento do faturamento da unidade.

A companhia vendeu 12 milhões de celulares no quarto trimestre de 2009, ante uma previsão média de analistas de 14,8 milhões. Apesar disso, as vendas de 2 milhões de smartphones ficaram acima das expectativas.

A Motorola encerrou o quarto trimestre com lucro de US$ 142 milhões, ou US$ 0,06 dólar, ante prejuízo de US$ 3,66 bilhões, ou US$ 1,61 por ação, um ano antes, quando assumiu pesados encargos contábeis. A receita caiu cerca de 20%, para US$ 5,7 bilhões.

Japão mostra robôs para os idosos

Postado por VandersonTigre | 05:15 | | 0 comentários »

Uma convenção sobre tecnologia e seus benefícios para a terceira idade, realizada esta semana em Tóquio, apresentou robôs que estão sendo desenvolvidos no Japão especialmente para ajudar os idosos.

Cerca de dois mil participantes conheceram Taizo, um robô que ensina ginástica suave para idosos, e Paro, uma foca eletrônica equipada com inteligência artificial.

"Este animal robô tem efeito calmante", disse o empresário aposentado Toshio Tanimura, de 80 anos, que passou dez minutos alisando um exemplar. Também fez sucesso uma armadura que reforça a ação dos músculos e pode ser usada por idosos e deficientes físicos.

No Japão, uma em cada cinco pessoas tem 65 anos ou mais e, de acordo com estimativas do governo, essa porcentagem deve aumentar para uma em cada quatro em 2015.

No Dia da Privacidade dos Dados, comemorado nesta quinta-feira, o Google divulga seus cinco princípios que envolvem o tema e que servem para guiar as decisões na criação e adoção de novas tecnologias. Segundo a empresa, esses princípios sempre existiram, mas agora foram colocados no papel.

Os princípios de privacidade do Google são:

- Usar informações para dar aos usuários produtos e serviços de valor;

- Criar produtos que refletem fortes padrões e práticas de privacidade;

- Tornar transparente a coleta de dados pessoais;

- Dar aos usuários escolhas significativas para proteção da sua privacidade;

- Ser um guardião responsável das informações que mantemos.

Além da divulgação dos princípos, o Google unificou suas políticas de privacidade para seus diversos produtos em um local só, o Google Privacy Center (www.google.com/intl/en/privacy.html), para ajudar os consumidores a entender o que é feito com seus dados pelo gigante das buscas.

O Dia da Privacidade dos Dados, em sua definição oficial, é uma "celebração internacional da dignidade dos indivíduos expressada por meio das informações pessoais" e que pretende ajudar as pessoas conectadas a responder à pergunta "Como posso proteger minhas informações de serem usadas de maneira inapropriada?". Mais informações sobre a data estão no endereço http://dataprivacyday2010.org.

Hackers invadiram os sites de vinte congressistas americanos depois do discurso do Estado da União, feito pelo presidente Barack Obama na noite desta quarta-feira. Os sites do democarata Peter Welch e do republicano Joe Wilson saíram do ar. No lugar, ficou a mensagem de um hacker, supostamente brasileiro:

"FUCK OBAMA!! Red Eye CREW!!!!! O RESTO E HACKER !!! by HADES; m4V3RiCk; T4ph0d4 -- FROM BRASIL" - dizia a mensagem.

Logo depois, sites de dois outros congressistas - os republicanos Duncan Hunter e Phil Roe - .também saíram do ar.

De acordo com site The Huffington Post, não é o primeiro ataque que usa o nome do Red Eye Crew. O grupo, em 2008, teria tirado do ar os sites da Universidade Old Dominion e da Widen + Kennedy, uma agência de publicidade de Nova York.

A companhia de buscas online Startpage lançou um serviço que permite a usuários preocupados com sua privacidade executar pesquisas na Web e clicar nas páginas de resultados sem que sejam identificados, rastreados ou registrados.

Ao contrário dos serviços de busca convencionais, que recolhem informações comercialmente valiosas sobre o comportamento dos usuários, a Startpage (www.startpage.com), uma empresa de capital fechado, se concentra na privacidade desde 2005.

A Startpage, também conhecida como Ixquick fora dos Estados Unidos e do Reino Unido, já oferecia buscas privadas, mas os usuários deixavam a proteção da empresa ao clicar em um resultado de busca e entrar em site de terceiros.

O novo serviço oferece o uso de um proxy da Startpage, o que significa que o usuário é invisível em todos os sites, ainda que as páginas sejam carregadas com mais lentidão porque a Startpage precisa primeiro localizar o conteúdo e exibi-lo.

"O acontecimento que me despertou surgiu no ano passado", disse Katherine Albrecht, que cuida de relações com a mídia e do marketing da Startpage nos Estados Unidos. Ela diz ter percebido que o Google havia instalado um programa que monitorava os usuários que digitavam termos de busca indicativos de que estivessem sofrendo de gripe e que estava divulgando essas informações para o Centro de Controle de Doenças dos EUA. "Eu já vinha defendendo a privacidade há 10 anos, mas mesmo assim usava a tecnologia do Google, como todo mundo mais", afirmou.

O presidente-executivo do Google, que domina o mercado mundial de buscas, irritou os críticos com declarações em uma entrevista de TV, no mês passado. "Se existe alguma coisa em sua vida que você deseja que ninguém mais saiba, talvez o melhor seja que você não a faça", disse Eric Schmidt em entrevista ao canal de notícias CNBC.


"A realidade é que os serviços de buscas, entre os quais o Google, retêm informações por algum tempo", disse. "Estamos todos sujeitos ao Patriot Act, nos EUA. Existe a possibilidade de que essas informações sejam encaminhadas às autoridades".

Em 2006, entretanto, o Google foi o único grande mecanismo de busca a rejeitar intimação do Departamento de Estado dos EUA para entregar dados, afirmando que a exigência violava a privacidade das buscas dos internautas e segredos comerciais da companhia.

Os rivais Microsoft Corp e Yahoo atenderam a demanda do governo norte-americano. A Startpage não mantém informações sobre seus usuários e por isso não podia ser forçada a entregar qualquer coisa.

A Startpage afirma que tem sido lucrativa pelos últimos cinco anos. A empresa é financiada por publicidade, incluindo links patrocinados que são exibidos de acordo com o conteúdo de sites e pesquisas mas não segundo um perfil do usuário. A Startpage, que foi fundada em Nova York e é controlada pela companhia holandesa Surfboard Holding, não divulga números de usuários, mas afirma que atendeu a 1,2 bilhão de pesquisas até dezembro de 2009.

A maior fabricante de celulares do mundo, Nokia, divulgou nesta quinta-feira lucro e vendas acima do esperado para o quarto trimestre, impulsionada por melhora de participação de mercado em smartphones. As ações da empresa disparavam mais de 14% após o balanço.

A companhia teve lucro por ação ligeiramente menor do que o registrado um ano antes, de 0,25 euro por ação, mas ainda assim superou todas as expectativas de analistas consultados por pesquisa da agência Reuters. As previsões iam de ganho de 0,15 euro a 0,24 euro por papel.

As ações da Nokia saltavam 14,63% enquanto o índice europeu de ações mostrava ganho de 1,13%.

"Um relatório inacreditavelmente mais forte em todos os aspectos", disse o analista Per Lindtorp, em Estocolmo. Os fortes resultados coroam um ano duro para a Nokia e a indústria de telefonia celular, que tem sido prejudicada por cortes de gastos dos consumidores e pela recessão global.

A Nokia informou que sua participação de mercado no segmento de smartphones subiu para 40% no último trimestre ante 35% no terceiro trimestre de 2009, por conta de lançamento de novos modelos.

O novo iPad vai vender 1,5 milhão de unidades na primeira metade do ano, chegando a até 10 milhões de aparelhos comercializados até o final de 2010, de acordo com estimativa da DRAMeXchange, que analisa o mercado de memória Flash.

Segundo o DRAMeXchange, a Apple é responsável atualmente por 20% da demanda por memória flash no mundo. O lançamento do iPad vai levar a um aumento de 2% na procura por esse tipo de memória em 2010, de acordo com a companhia. A estimativa da entidade é que o iPad venda algo entre 9 e 10 milhões de unidades até dezembro.

A popularidade do tablet da Apple pode até levar à falta de memória flash no mercado internacional, segundo a DRAMeXchange, que vê o novo gadget como uma extensão da linha de produtos iPhone/iPod touch com design feito para uso de e-books e computação "light".


Tablets não são novidade, e por isso alguns acham que o rebuliço em torno do suposto iSlate é injustificado. Mas a Apple pode, verdadeiramente, ter sido pioneira nisso também. Pelo menos em protótipos. A Frog Design, escritório alemão de design com filial em Palo Alto, na Califórnia, publicou em seu site algumas fotos interessantes de um protótipo de tablet feito para a Apple e para um jovem Steve Jobs, que ainda aspirava revelar o computador Macintosh para o mundo.

O codinome do produto era ¿Bashful¿, mais conhecido por nós como Dengoso, o mais simpático dos sete anões da história da Branca de Neve. Isso porque na época, Hartmut Esslinger, dono da Frog Design, havia desenvolvido uma linguagem de desenho industrial para o hardware da Apple que batizou de Snow White. O conceito era caracterizado por linhas verticais e horizontais cortando o gabinete, servindo para decoração e ventilação, além de criar a ilusão de que os computadores fossem menores do que realmente eram.

Mesmo para a época é possível identificar nas fotos o design minimalista e limpo da Apple, usado até hoje. Entre os protótipos incluem-se versões com teclado e com leitores de disquete, além de uma prática maletinha para levá-lo com mais facilidade. Havia até mesmo uma versão acoplada a um telefone, segundo o artigo da Frog Design. Em seu site, a Frog Design brinca: ¿às vezes são necessários mais de 25 anos para atin gir um nível real de inovação ¿ ou agradar o paladar de Steve Jobs¿. Será no mínimo curioso ver se alguns desses conceitos foi utilizado no produto que, espera-se, será a figura central do lançamento de hoje.

A página do Bashful no site da Frog Design pode ser visitada pelo atalho tinyurl.com/yde3m8y.

A Índia fechou 2009 com a marca de mais de 500 milhões de linhas de telefone celular, um aumento de 51,4% sobre o ano anterior, informou hoje o Governo.

De acordo com um comunicado do Ministério de Telecomunicações e Tecnologias da Informação, o país contava no final de 2009 com 525,15 milhões de linhas de telefone celular e 37,6 milhões de telefones fixos habilitados.

Os números apontam que para cada 100 habitantes da Índia, aproximadamente 47 possuem um telefone celular habilitado.

Os dados mostram ainda um aumento cada vez maior do segmento de telefonia celular na Índia, que representa 93% do total de linhas do país, e a contínua queda no número de donos de linhas fixas.

O mercado de telefonia na Índia é considerado o de crescimento mais veloz do mundo e só é menor que o da China.


Entre tantos computadores modificados que são exibidos na Campus Party Brasil 2010, a máquina montada por Omar Y. Majzoub chama a atenção - principalmente de quem, como ele, é fã da série Lost, tema escolhido para o PC.

No fundo de tela cheio, por exemplo, pode-se ver os personagens do seriado. O gabinete tem o formato do símbolo da "Dharma" (para quem nunca viu a série, é a organização científica secreta que controla muitos dos fatores inexplicáveis da ilha de Lost).

Até mesmo os "números fatídicos" estão presentes. A sequência 4 - 8 - 15 - 16 - 23 - 42, que em Lost devia ser digitada a cada 108 minutos para interromper uma contagem regressiva (o fim do mundo? o fim da ilha?), na máquina de Majzoub deve ser digitada a cada hora. Se não, o computador se desliga.

E o usuário é avisado do tempo que tem para digitar a senha. Como? O PC reproduz o mesmo tom de alerta do seriado.

O mercado de TV por assinatura no Brasil ganhou mais de 1 milhão de novos clientes em 2009, o que representa um crescimento de 18,24 por cento, maior percentual registrado desde 2002, informou nesta terça-feira a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
Foram 1.152.624 novos assinantes no ano passado, elevando o número total de domicílios com TV por assinatura no país para 7.473.476.

A região Norte foi a que registrou o maior crescimento em 2009, de 28 por cento.

Segundo a Anatel, o crescimento se deve, principalmente, à maior oferta de pacotes combo, que incluem outros serviços além da TV por assinatura, e da distribuição de TV por assinatura por satélite.

O eBay afirmou nesta terça-feira que deixará de cobrar taxas de pessoas que vendem itens baratos em sua página e irá mudar outras partes de seu sistema de taxas nos Estados Unidos, para gerar mais transações no site de leilões.

A partir de 30 de março, o site irá eliminar taxas sobre itens com um preço de leilão inicial de US$ 0,99 ou menos, permitindo que vendedores anunciem até 100 itens por mês. O eBay ficaria com 9% do preço final, ou US$ 50, dependendo de qual valor for menor.

Para vendedores que anunciam itens no site com frequência, as novas taxas "eBay Stores" para assinantes podem chegar a apenas 0,03 dólar por anúncio, por 30 dias. Isso representa uma redução de até 90 por cento em relação às taxas atuais, segundo o eBay.

A empresa já aplicou mudanças semelhantes na Europa e o presidente-executivo, John Donahoe, citou os bons resultados do sistema durante teleconferência sobre os resultados do eBay, na semana passada.

Compradores ganhariam um programa de proteção do eBay, que oferece mais assistência ao consumidor e garante a devolução do dinheiro caso haja problemas.

O Google usou o HTML5 para finalmente criar um eficiente aplicativo de voz para o iPhone (e Palm webOS). O aplicativo Google Voice, que roda em aparelhos com o iPhone 3.0 ou superior e Palm webOS, inclui alguns bônus extras, como a possibilidade de criar ícones para páginas individuais. É possível também enviar e receber mensagens de texto de graça.

A desvantagem é que o Google Voice continua disponível apenas por convite, o que significa que usuários que não o recebem ficam fora do serviço.

A decisão do Google de usar o HTML5 demonstra a flexibilidade do cógigo em navegadores de celular. Trata-se de uma tendência entre os desenvolvedores de aplicativos para navegadores de celular.


A Intel anunciou nesta terça-feira o lançamento dos novos processadores da famílias Core i3, i5 e i7 no Brasil. Na prática, para o consumidor final, isso significa o lançamento de 18 computadores a partir de fevereiro já equipados com os chips.

Os processadores Core, anunciados durante a CES 2010 no começo de janeiro, têm recurso de aceleração gráfica integrada para uso em notebooks (codinome Arrandale) e desktops (codinome Clarkdale). Segundo a Intel, esses processadores são indicados para uso geral em computadores. A velocidade dos chips vai de 2,93 GHz a 3,06 GHz nos Core i3 e de 3,20 GHz a 3,46 GHz nos Core i5, todos com dois núcleos de processamento (dual-core). Em dezembro, a Intel já havia mostrado seus chips para netbooks com vídeo integrado.

A primeira leva de computadores com os novos Core traz nove notebooks e nove desktops de fabricantes como Acer, Dell, CCE, HP, Intelbrás, Megaware, Positivo e Sony. Os preços variam de acordo com a configuração e começam, para desktops, em R$ 2.000 (CCE i3P7 com Core i3), passam por R$ 2..799 (Intelbras Idealmax com Core i5) e chegam a R$ 6.000 (CCE X-Play com Core i7).

Nos notebooks, uma máquina inicial com Core i3 sai por R$ 2.199 (Acer Aspire AS4740-5656); com i5, chegam a R$ 2.699 (Positivo F497PX) e atingem o topo de linha com o Core i7 por R$ 6.999 (Dell Alienware M15) e R$ 7.999 (Sony Vaio F).

Os ataques ao Google, duas semanas atrás, ainda geram polêmica com o governo chinês, mas a maior dor de cabeça mesmo é para a rival Microsoft. A empresa Core Security Technologies afirmou ter descoberto mais uma série de falhas no navegador Internet Explorer que permitem o controle de computadores por hackers.

Logo depois dos ataques uma série de falhas do Internet Explorer já havia sido anunciada, levando os governos da França e da Alemanha a alertar quanto ao risco do navegador da Microsoft. A empresa imediatamente anunciou correção para os problemas.

Nenhuma das novas falhas foi considerada grave. "Há três ou quatro maneiras de se conduzir este tipo de ataque", disse Jorge Luis Alvarez Medina, um consultor de segurança em sistemas da Core à agência Reuters. Ele admitiu, no entanto, não ter certeza sobre se hackers se aproveitaram ou não das falhas agora descobertas nos ataques ao Google.

Em resposta, a Microsoft afirmou estar investigando a denúncia. "Nós desconhecemos qualquer ataque tentando usar a vulnerabilidade (do Internet Explorer) e acreditamos que consumidores vão reduzir riscos devido a um uso responsável", afirmou ao blog Ars Technica.

A maior parte das falhas foi encontrada até agora no IE6, que foi o navegador mais usado do mundo antes do Firefox 3.5 assumir o posto, superando o Internet Explorer 7. Como muitos usuários ainda usam o antigo browser, os buracos na segurança acabam explorados por hackers.

Quer perguntar a Obama? Use o YouTube

Postado por VandersonTigre | 09:44 | | 0 comentários »

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, irá fazer nesta quarta-feira o tradicional discurso do Estado da União com uma novidade para os internautas. Através do canal Citizentube, do YouTube, os usuários poderão fazer perguntas em vídeo ou texto que depois serão apresentadas a Obama numa entrevista a ser transmitida ao vivo na próxima semana.

O YouTube irá exibir as perguntas no canal para que os usuários votem nas melhores. A data da entrevista, no entanto, ainda não foi divulgada.

O discurso desta quarta-feira também será transmitido ao vivo no Citizentube e no aplicativo da Casa Branca para iPhone.

Em 2009, a versão 3.5 do Firefox se tornou o navegador mais utilizado do mundo, desbancando o Internet Explorer 7, até então líder do mercado. O domínio, no entanto, pode estar ameaçado depois do anúncio de que o YouTube está testando a linguagem HTML5 - que usa o padrão de compressão H.264 - em substituição ao formato Adoble Flash para rodar vídeos. A mudança é um problema para o Firefox que, ao contrário de concorrentes como o Chrome, Safari e IE 8 (com Chrome frame instalado), não roda a linguagem.

Caso o YouTube - site mais popular de vídeos do mundo - venha a adotar em definitivo o H.264, pode ocorrer uma migração de usuários que atualmente usam o Firefox para outros navegadores. O problema, segundo a Fundação Mozilla, que mantém o Firefox, é que o padrão está protegido por patentes. Mesmo que a Mozilla pagasse os US$ 5 milhões anuais pela licença de uso, seria o fim do projeto de código aberto que define sua proposta e seriam comprometidos desenvolvimentos livres.

Defensores de sistemas abertos criticaram ao jornal espanhol El País o uso do H.264, alegando que o padrão Ogg/Theora, gratuito, oferece qualidade comparável sem oferecer barreiras ao livre desenvolvimento. Não deixaram de lembrar que a mudança pode ser uma maneira do YouTube beneficiar o Chrome - ambos os produtos pertencem ao Google.

Desde o lançamento, na semana passada, já foram registrados 12 milhões de downloads da versão 3.6 do Firefox.

Durante a divulgação do balanço trimestral da Apple na noite de ontem, uma frase do CEO da companhia comprova que, sim, algo novo está a caminho - só não se sabe se é o tablet ainda.
"Os novos produtos que vamos lançar neste ano são muito fortes, começando esta semana com um grande lançamento que nos deixa bastante entusiasmados", disse Jobs, no comunicado oficial. "Se você somar nossas receitas trimestrais em um ano, é surpreendente que a Apple agora é uma empresa de US$ 50 bilhões", afirmou o executivo.
Os mais recentes rumores sobre o tablet, agora publicados pelo The New York Times, indicam que o novo aparelho da Apple ¿ visto pelo jornal como um dispositivo que vai ajudar a salvar a velha mídia ¿ tem conectividade 3G e Wi-Fi, tela de 10 polegadas e roda aplicativos do iPhone/iPod touch. Por outro lado, o Financial Times diz que Apple vai reduzir para 1 dólar o preço de episódios de séries de TV vendidos no iTunes graças a uma negociação com as redes de TV norte-americanas ¿ o preço atual é US$ 1,99, em média.
A Apple não comenta sobre produtos e tecnologias que não foram lançadas ainda. Teremos que esperar até o dia 27 para saber o que é e o que não é verdade entre uma avalanche de rumores.

Hacker diz ter desbloqueado PlayStation3

Postado por VandersonTigre | 04:34 | | 0 comentários »

Um hacker americano, famoso por quebrar o código do aparelho de telefone celular iPhone, da Apple, ainda adolescente, disse à BBC que teria hackeado o PlayStation 3 da Sony.

George Hotz disse que ainda trabalha para aprimorar a técnica mas que irá divulgar os resultados em breve na internet. Seu ataque permite usar jogos piratas ou softwares caseiros no PS3, considerado o único jogo de consoles que ainda não havia sido hackeado com sucesso, apesar de estar no mercado há três anos.
"Ele é supostamente impossível de se hackear, mas nada é impossível de se hackear", disse Hotz.
CuriosidadeO americano afirma que levou cinco semanas para quebrar o código do PS3. Ele diz ter começado a estudar o sistema durante três semanas em meados do ano passado. Outras duas semanas no final do ano foram usadas para completar o ataque.
Hotz diz que hackeou o PS3 usando 5% de hardware e 95% de software. "Você pode usar o hardware para injetar alguma insegurança no sistema e depois explorá-la", afirma.
Ele diz ter sido motivado por curiosidade já que "honestamente, nunca joguei PS3".
Um porta-voz da Sony disse que a empresa investiga a alegação e que ela irá se pronunciar uma vez que tiver mais informações.
Hotz tornou-se famoso em 2007, quando estava com 17 anos, ao abrir o código do iPhone, permitindo que o telefone pudesse ser usado por qualquer operadora e não apenas pela americana AT&T nos EUA.
Ele tem publicado desde então detalhes de outros hacks.

A fabricante de chips Texas Instruments divulgou nesta segunda-feira lucro líquido de 655 milhões de dólares no quarto trimestre, ante 107 milhões de dólares no mesmo período de 2008.
Segundo a empresa, houve forte demanda em todos os seus mercados, incluindo Europa e as Américas. Mas as ações da companhia caíram quase 2 por cento, já que alguns investidores apostavam que a demanda por chips havia atingido seu auge.
A receita subiu para 3 bilhões de dólares no quarto trimestre, alta em relação aos 2,49 bilhões de dólares no mesmo período do ano anterior, quando toda a indústria foi afetada pela queda na demanda devido à fraqueza econômica mundial.
A empresa prevê receita de 2,95 bilhões de dólares a 3,19 bilhões de dólares no primeiro trimestre, acima da previsão do mercado, de 2,94 bilhões de dólares.
O chefe financeiro da Texas Instruments, Kevin March, disse que a previsão do primeiro trimestre era muito melhor que o normal, pois os fabricantes estavam lutando para acompanhar a demanda crescente, já que as economias mundiais mostravam sinais de melhora.
"Acreditamos que estamos enviando para a produção de nossos clientes, e não que eles estejam fazendo estoque no momento", March disse à Reuters.

A Apple registrou ganhos trimestrais expressivos com o recorde das vendas de iPhones e computadores Macintosh. O lucro líquido e a receita trimestrais atingiram um nível melhor que o esperado.
A empresa teve lucro líquido de 3,38 bilhões de dólares, ou 3,67 dólares por ação, no primeiro trimestre de seu ano fiscal de 2010, encerrado em 26 de dezembro. No mesmo período há um ano, quando a empresa usava um outro padrão de contabilidade, a Apple registrou lucro líquido de 2,26 bilhões de dólares, ou 2,50 dólares por ação.
A receita subiu para 15,68 bilhões de dólares ante 11,9 bilhões de dólares.
A Apple informou que vendeu 8,7 milhões de iPhones no período de fim de ano, perto da previsão do mercado, de 9 milhões. As vendas de Mac continuaram mostrando força, com alta de 33 por cento em relação ao ano anterior, com 3,36 milhões de unidades. Analistas previam, em média, vendas de 3 milhões de unidades.
Apesar da divulgação do balanço, o mercado está mais interessado no que virá na quarta-feira, quando a Apple poderá revelar seu aguardado "tablet", com investidores esperançosos de que o produto possa repetir o sucesso do iPod e do iPhone.
O tablet é um computador em formato de uma prancheta com tela. Há meses circulam rumores de que a Apple estaria preparando o lançamento do produto, embora a empresa nunca tenha confirmado a existência do projeto.
Na quarta-feira, dia 27, a Apple fará um evento para apresentar sua "nova criação". A companhia não forneceu detalhes no convite encaminhado à imprensa.

A principal executiva da Mozilla, companhia que mantém o navegador Firefox, disse nesta segunda-feira que restrições legais envolvendo troca de arquivos poderão inviabilizar a expansão da internet. "Você subitamente se torna responsável por qualquer coisa que esteja sendo baixada, seja legal ou não", reclamou Mitchell Baker, segundo o site The Huffington Post.
"É como dizer que se você constrói uma estrada tem que garantir que nada de ilegal vai acontecer lá. É o que está acontecendo na internet agora", disse.
Na semana passada, o inglês Allan Ellis, criador do site Oink, foi inocentado da acusação de conspiração para a violação de direitos autorais. Foi descoberto que ele recebia 18 mil libras mensais em doações de usuários e tinha 300 mil libras depositadas em uma conta, mas ainda assim o processo não foi adiante. O site, contudo, não voltará ao ar, segundo Ellis.
Mitchell Baker participa, em Munique, na Alemanha de uma conferência de três dias, chamada DLD - Digital-Life-Design - com a participação de executivos de algumas das principais companhias de internet no mundo, como Skype e Wikipedia.


Durante quatro anos a escocesa Lena Bryce, 30, tentou engravidar sem sucesso. Agora, depois de conseguir e dar à luz, ela está sendo saudada como a primeira "mãe iPhone". Tudo graças a um aplicativo do aparelho, o Free Menstrual Calendar, que, programado com dados sobre seu ciclo menstrual, indicava os dias em que estava mais apta a engravidar. Deu certo.


"Estávamos considerando inseminação artificial e adoção quando (o marido) Dudley me deu um iPhone de presente. Eu digitei 'engravidar' e baixei cinco aplicativos", ela contou ao jornal The Sun.
Com o aplicativo abastecido com dados sobre seu ciclo menstrual, ela passou a seguir os dias indicados e acabou engravidando dois meses depois. Na sexta, dia em que o programa indicava o nascimento, deu à luz Lola em um hospital de Glasgow. "Estou extasiado", disse ao jornal o médico Heather Bromberg, um dos criadores do software.


As portas da Campus Party foram abertas por volta das 12h desta segunda-feira. Bom-humor e disposição para enfrentar a fila e a chuva não faltaram para os campuseiros que chegam de todas as partes do Brasil, dispostos a acampar por uma semana e acompanhar de perto as novidades. Como Pedro Rivadavia, 22 anos, e Artony Cesaris, 21, que saíram de Recife com seus computadores, programas e roupas.


Um grupo grande de amigos saiu de Campinas para ficar uma semana na 'cidade das barracas' - um dos principais interesses do grupo é promover um torneio de 'Guitar Hero', jogo que trouxeram para a Campus Party.
Pouco depois das 13h, longas filas se formavam na entrada dos pavilhões, debaixo de forte chuva.
A Campus Party segue até domingo, 31, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo.



A tecnologia do cinema em três dimensões poderá ser usada também em casa este ano. As experiências bem-sucedida das salas de cinema em 2009, com filmes como "Avatar", "Up" ou "Monstros vs. Alienígenas" despejaram qualquer dúvida sobre o atrativo e a rentabilidade desta tecnologia.


A distribuidora de games Synergex anunciou na sexta-feira (22) uma parceria de licenciamento e distribuição de jogos da produtora Sega no Brasil. Ao lado da companhia famosa pela série de jogos do personagem Sonic, a empresa canadense fechou parceria com outras produtoras globais.

Com o acordo, os principais jogos para PC serão manufaturados e distribuídos no País. Da Sega, os primeiros títulos serão “Football Manager 2010” e “Vancouver 2010” que tem data de lançamento prevista para a última semana de janeiro.

“Um dos principais focos da Synergex é o reaquecimento do setor de jogos para PC, fatia que representa 40% do mercado brasileiro de games” afirma Glauco Bueno, diretor de marketing da empresa. Os jogos terão embalagens e manuais e português e suporte técnico.

Outros títulos para PC que serão anunciados nos próximos meses são “Bioshock 2”, da Take-Two) e “Dark Void”, da Capcom. Na semana passada, a Synergex divulgou uma parceria com a Take-Two e lançará os jogos da produtora por R$ 30 no Brasil.


O sucesso de Avatar nos cinemas abriu as portas para o entretenimento em três dimensões. Agora, as maiores fabricantes de aparelhos de TV - entre elas Sony, Panasonic, LG e Samsung - prometem lançar nos EUA, até o final de 2010, televisores capazes de exibir imagens em 3D.

Eles utilizam uma tecnologia diferente da popularizada pelos óculos com lentes coloridas, em azul e vermelho. Quem quiser aproveitar, portanto, terá que comprar um novo aparelho, além de óculos especiais.

Confira abaixo o que você precisa saber sobre a chegada da televisão tridimensional.

Terei que comprar uma TV nova? Quanto vai custar?

Para ver a programação em 3D transmitida pelos canais, ver filmes em Blu-Ray ou mesmo jogar videogame na nova tecnologia oferecida pelo PlayStation 3, será, sim, necessário comprar uma nova televisão.

É que toda imagem 3D utiliza uma técnica para "enganar" o cérebro e fazer com que percebamos profundidade em imagens bidimensionais exibidas na tela. E os aparelhos que chegam ao mercado no segundo semestre de 2010 utilizam uma técnica nova, com equipamentos que não funcionam com as televisões atuais.

Somos capazes de enxergar o mundo em 3D porque, basicamente, temos dois olhos. Como eles estão a alguns centímetros de distância um do outro, nosso cérebro capta as imagens projetadas nas retinas e "funde" em uma imagem única, com a sensação de três dimensões.

Os filmes e fotografias em 3D se aproveitam dessa capacidade do cérebro, com óculos capazes de filtrar parte da imagem bidimensional, de forma que cada olho perceba uma imagem diferente. É assim com as lentes tradicionais, aquelas de celofane azul e vermelho, e com os que usamos nos cinemas - com lentes polarizadoras, que deixam passar ondas luminosas específicas para cada olho.

As novas TVs 3D usam um óculos mais moderno, com lentes de cristal líquido. O aparelho passa a exibir 120 quadros diferentes por segundo: 60 para serem vistos pelo olho esquerdo, e 60 para o olho direito. O óculos eletrônico "percebe" o ritmo de exibição da TV, e bloqueia, alternadamente, a visão de cada um dos olhos. Tudo isso acontece muito rápido, de maneira que, na prática, esse "pisca-pisca" é imperceptível. Já no cérebro, a imagem é naturalmente "remontada", e você enxerga a imagem em 3D.

Para ter acesso a essa tecnologia, portanto, será necessário comprar um aparelho de TV capaz de "conversar" com os óculos de cristal líquido. A boa notícia é que, segundo os fabricantes, esses aparelhos não devem custar muito mais do que o preço médio de uma boa TV de alta definição vendida atualmente.

Mas não existem TVs em 3D que não precisam de óculos?

Sim, existem. A Philips chegou a colocar no mercado um modelo, que utilizava tecnologia de lentes especiais colocadas sobre a tela, que dispensava o uso de óculos. O resultado, porém, não era tão nítido quanto ao apresentado nos aparelhos que necessitam de óculos. Além disso, era necessário ficar em uma posição específica em relação á tela para ver a imagem em 3D.

Problemas de visão atrapalham para ver TV em 3D?

Podem atrapalhar, sim. De acordo com um estudo publicado por médicos no Reino Unido, entre 7 e 10% das pessoas simplesmente não conseguem perceber a imagem em 3D. Lembre-se: a imagem tridimensional é um "truque" aplicado em nosso cérebro, utilizando diferenças na imagem vista em cada um dos olhos. Quem não enxerga de um olho, por exemplo, não terá como ver a imagem 3D.

Outro problema pode surgir para quem precisa usar óculos de grau para ver TV. Se essa pessoa não conseguir colocar o equipamento para ver 3D por cima dos óculos normais, provavelmente terá de enfrentar desconfortos de visão durante o entretenimento.

Já tenho antena e receptor de TV digital. Precisarei comprar udo novo?

Não, a TV 3D será transmitida pela mesma tecnologia de TV digital utilizada atualmente. Só será necessário trocar o televisor. A imagem codificada em 3D será transmitida simultaneamente à imagem tradicional, em duas dimensões.

A Philips Electronics apresentou nesta segunda-feira lucro trimestral acima do esperado graças ao aumento na demanda por televisores e iluminação. O dado agradou investidores, que melhoraram as perspectivas da empresa.

As ações da Philips subiam cerca de 5 por cento.

"Resultados fantásticos, de deixar lágrimas nos olhos", afirmou o analista do ING Jan Hein de Vroe, mantendo a recomendação de "compra". "Eles superaram as expectativas em todos os setores".

O Ebitda, lucro antes de impostos, juros, depreciação e amortização, ficou em 662 milhões de euros (935,3 milhões de dólares).

A previsão de analistas ouvidos pela Reuters era de 502 milhões de euros. No ano anterior o lucro foi de 26 milhões de euros.

As vendas no quarto trimestre continuaram a melhorar ante o terceiro trimestre, para 7,26 bilhões de euros, contra 5,6 bilhões de euros e acima dos 7 bilhões de euros antecipado por analistas.

A empresa afirmou que continua vendo fraqueza no setor de saúde nos Estados Unidos, onde os clientes ainda têm dificuldades de financiar itens caros, como scanners cerebrais.

Mas o crescimento nos negócios de televisores ajudou a unidade de consumo, enquanto que uma retomada nas vendas automotivas deu força ao negócio de iluminação.

Guardar cadernos é um problema: as folhas se deterioram, ocupam um espaço e principalmente: não são indexáveis. Para achar um trecho é preciso checar todas as páginas, e às vezes nem assim encontra-se o que queria. Com uma caneta digital, a situação seria diferente: enquanto você escreve - escreve mesmo, com carga normal e substituível, encontrada em papelarias - um receptor reconhece a posição das letras no papel e armazena o texto em uma imagem digitalizada.

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E para saber se já dá para trocar sua Bic por uma dessas, testamos a caneta digital da Maxprint. Ela vem num estojinho de metal junto com um receptor recarregável - com capacidade para armazenar até 100 páginas A4 - e um cabo USB, para transferência das imagens digitalizadas.

O uso é bem simples: basta posicionar o receptor no topo da página e utilizar a caneta normalmente. Um software de reconhecimento de escrita (OCR) para PC acompanha o kit, e possibilita a conversão da imagem da folha manuscrita em texto digital. Funciona até para letras garranchadas, mas falha em alguns casos, como ao escrever fórmulas matemáticas.

A caneta também tem uma interessante função "mouse": enquanto o receptor estiver conectado ao PC, é possível usar a caneta como em um tablet, sem necessariamente precisar de uma superfície de apoio - estranhamente, é possível usar a caneta "no ar".

Funciona em Windows 2000, XP ou Vista.

A Vivo se tornou a primeira operadora no Brasil a lançar uma plataforma própria de aplicativos que e partilhar a receita com todos os desenvolvedores. Por meio da Plataforma de Desenvolvedores Vivo, tanto empresas consolidadas como novos talentos poderão criar, testar e vender aplicativos para os mais de 50 milhões de clientes da operadora.

De acordo com recente pesquisa do instituto de pesquisa Gartner Research, o gasto mundial de consumidores em lojas de aplicativos móveis esse ano deve superar casa dos US$ 6 bilhões, evoluindo gradualmente para um mercado de potenciais US$ 29,5 bilhões em três anos.

Os interessados fazem um cadastro, no qual já será possível fazer o upload da aplicação. A partir daí, a Vivo fará a verificação do conteúdo e do preço estipulado pelo desenvolvedor. Uma vez aprovado, o aplicativo será vendido na loja virtual Vivo Downloads, canal que hoje já conta com um portfólio de mais de 300 títulos de aplicativo e jogos. O portal registra atualmente cerca de um milhão de conteúdos diversos vendidos por mês.

O cérebro humano é capaz de administrar um máximo de 150 amigos nas redes de relacionamento disponíveis na internet, como os sites Facebook e Orkut, revelou uma pesquisa realizada na Universidade de Oxford, na Grã-Bretanha.

Segundo Robin Dunbar, professor de antropologia evolucionária na entidade, este número é praticamente o mesmo que se via antes da existência desses sites.

Nos anos 90, o cientista desenvolveu uma teoria batizada de "Número de Dunbar", que estabelece que o tamanho do neocortex humano - a parte do cérebro usada para o pensamento consciente e a linguagem - limita a capacidade de administrar círculos sociais a até 150 amigos, independente do grau de sociabilidade do indivíduo.

Sua experiência se baseou na observação de agrupamentos sociais em várias sociedades - de vilarejos do neolítico a ambientes de escritório contemporâneos.

Segundo Dunbar, sua definição de "amigo" é aquela pessoa com a qual outra pessoa se preocupa e com quem mantém contato pelo menos uma vez por ano. Homens e mulheres

Ao se questionar se o "efeito Facebook" teria aumentado o tamanho dos círculos sociais, ele percebeu que não.

"É interessante ver que uma pessoa pode ter 1,5 mil amigos, mas quando você olha o tráfego nesses sites, percebe que aquela pessoa mantém o mesmo círculo íntimo de cerca de 150 pessoas que observamos no mundo real", afirmou Dunbar, em entrevista ao jornal The Times.

"As pessoas se orgulham de ter centenas de amigos, mas a verdade é que seus círculos são iguais aos dos outros". Ainda segundo Dunbar, o comportamento de homens e mulheres em relação às amizades é diferente.

"Elas são melhores em manter as amizades apenas conversando com os amigos. Os homens precisam fazer alguma coisa juntos para se manterem em contato", explicou.


Em 2006, o artista e cientista da computação Jaron Lanier publicou um ensaio incisivo, revolucionário e altamente controverso sobre o "maoísmo digital" - tratando do lado ruim do coletivismo online e da idealização que os entusiastas da web 2.0 fazem da "sabedoria da multidão". No manifesto, Lanier argumentava que o projeto (ou ratificação) em grupo muitas vezes não resulta no melhor produto, que o novo etos coletivista - incorporado por tudo, da Wikipédia ao American Idol e às buscas do Google - diminui a importância e a singularidade da voz individual, e que a "mente da colmeia" pode facilmente levar à ditadura das multidões.

Em seu apaixonado novo livro You Are Not a Gadget, Lanier expande essa tese, observando as implicações do maoísmo digital ou "totalitarismo cibernético" em nossa sociedade como um todo. Embora algumas de suas sugestões para solucionar esses problemas se percam em emaranhados técnicos que o leitor leigo terá dificuldade em acompanhar, a maior parte do livro é lúcida, poderosa e persuasiva. É uma leitura necessária para qualquer um interessado em como a web e os softwares que usamos todos os dias estão remodelando a cultura e o mercado.

Lanier, pioneiro no desenvolvimento da realidade virtual e veterano do Vale do Silício, não é um ludista, como sugeriram alguns críticos. Pelo contrário, ele é um conhecedor profundo do mundo digital que defende "um novo humanismo digital", antes que as decisões de projeto dos engenheiros de software - que ele afirma serem fundamentalmente responsáveis por moldar o comportamento dos usuários - se tornem "congeladas por um processo conhecido como lock-in (fixação)". Assim como decisões sobre as dimensões dos trilhos determinaram o tamanho e a velocidade dos trens nas décadas seguintes, ele argumenta, as decisões tomadas sobre o desenvolvimento de softwares agora podem gerar "regras definidoras e imutáveis" para as gerações futuras.

Decisões tomadas nos anos de formação da rede de computação, por exemplo, promoveram o anonimato online e, ao longo dos anos, à medida que milhões de pessoas começaram a usar a web, Lanier diz, o anonimato ajudou a dar vazão ao lado sombrio da natureza humana. Ataques asquerosos e anônimos a indivíduos e instituições cresceram, e o que Lanier chama de "cultura do sadismo" se difundiu. Em alguns países, o anonimato e o comportamento massivo resultaram em verdadeiras caças às bruxas. "Em 2007", Lanier relata, "uma série de postagens no estilo de A Letra Escarlate na China incitaram multidões online a perseguir acusados de adultério. Em 2008, o foco passou a ser os simpatizantes do Tibet".

Lanier inteligentemente observa que a "sabedoria da multidão" é um instrumento que deveria ser usado seletivamente, não glorificado para benefício próprio. Sobre a Wikipédia, ele escreve que "é ótimo que agora nós desfrutemos de um acordo cooperativo na cultura pop", mas argumenta que o etos do site ratifica a noção de que a voz individual - mesmo a voz de um especialista - é eminentemente dispensável e "a ideia de que o coletivo está mais perto da verdade". Ele reclama que a Wikipédia suprime o som das vozes individuais e similarmente afirma que o formato rígido do Facebook transforma indivíduos em "identidades de múltipla escolha".

Como Andrew Keen em The Cult of the Amateur, Lanier é mais eloquente sobre como a propriedade intelectual é ameaçada pela economia do conteúdo livre na internet, a dinâmica da multidão e a popularidade de sites agregadores. "Uma falta de discernimento impenetrável domina o Vale do Silício quando o assunto é a ideia de direitos autorais", ele escreve, recordando a previsão de 2006 do editor da revista Wired, Kevin Kelly, que afirmou que a digitalização em massa de livros iria um dia criar uma biblioteca universal na qual nenhum livro seria uma ilha ¿ na prática, um texto enorme, transformado em algo que pode ser pesquisado e reorganizado na web.

"Pode começar a acontecer por volta da próxima década", Lanier escreve. "O Google e outras companhias estão digitalizando livros de bibliotecas e os colocando dentro da nuvem, em um Projeto Manhattan massivo de digitalização cultural. O que acontecer depois disso é o que importa. Se os livros na nuvem são acessados por interfaces de usuários que incentivam a mistura de fragmentos, obscurecendo o contexto e a autoria de cada fragmento, haverá apenas um livro. É isso que acontece hoje com muito conteúdo; muitas vezes, não sabemos a origem de uma citação em uma notícia, nem quem escreveu um comentário, nem quem produziu um vídeo".

Embora esse acontecimento possa parecer algo benéfico para os consumidores - muita coisa gratuita! -, ele dificulta a distinção de fonte, ponto de vista e contexto de qualquer fragmento específico que uma pessoa encontra na web, e ao mesmo tempo incentiva os produtores de conteúdo, nas palavras de Lanier, "a tratar os frutos de seu intelecto e imaginação como fragmentos a serem cedidos sem pagamento à mente da colmeia". Alguns sortudos, ele observa, podem se beneficiar da configuração do novo sistema, fazendo com que suas vidas girem em torno de narrativas "do marketing da novidade constante", como é o caso de, digamos, Diablo Cody, "que trabalhou como stripper, pode blogar e receber atenção suficiente para conseguir um contrato de livro e então ter a oportunidade de transformar seu roteiro em um filme - no caso, o aclamado Juno. Ele teme, no entanto, que "a vasta maioria dos jornalistas, músicos, artistas e cineastas" esteja "fadada ao limbo profissional por causa do nosso idealismo digital falho".

De modo paradoxal, a mesma velha mídia que está sendo destruída pela internet orienta uma quantidade impressionante de discussão online. "Comentários sobre programas de TV, grandes filmes, lançamentos comerciais de música e videogames devem ser responsáveis por quase tanto tráfico de bits quanto pornografia", Lanier observa. "Com certeza, não existe nada de errado nisso, mas como a web está matando a velha mídia, enfrentamos uma situação na qual a cultura está efetivamente comendo seu próprio estoque de sementes".

Em outras passagens desse livro provocante e que certamente será controverso, ele vai ainda além, sugerindo que "a cultura pop entrou em um mal-estar nostálgico", no qual "a cultura online é dominada por mashups triviais da cultura que existia antes do surgimento desses mashups e por fã-clubes respondendo aos focos minguantes da mídia de massa centralizada".

A cultura online, ele continua, "é uma cultura de reação sem ação". Racionalizações de que "estamos entrando em uma calmaria de transição antes da tempestade criativa" são apenas isso: racionalizações. "A triste verdade", ele conclui, "é que não estamos passando por uma calmaria momentânea antes da tempestade. Em vez disso, entramos em uma sonolência persistente, e passei a acreditar que iremos apenas escapar dela quando matarmos a colmeia".

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